Dino manda PF investigar ONGs que receberam emendas parlamentares

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou à Polícia Federal (PF) que investigue possíveis crimes em torno de emendas parlamentares enviadas para pelo menos 34 ONGs e instituições do terceiro setor.

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Em decisão publicada nesta terça-feira (11/11), Dino cobra a responsabilização e punição de agentes por má aplicação de emendas parlamentares. Segundo o ministro, estima-se que a má gestão do dinheiro público causou um prejuízo em torno de R$ 15,8 milhões.

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“A má aplicação dos recursos resultou em dano ao erário estimado em R$ 15,18 milhões, cerca de 4,5% do total auditado, comprometendo a legalidade, a moralidade e a eficiência administrativa”, diz um trecho do despacho.

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A medida determinada por Flávio Dino baseia-se em um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) sobre instituições que receberam recursos públicos via emendas parlamentares: cerca de R$ 2,3 bilhões.

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O relatório verificou fragilidades na execução dos recursos por parte das instituições destinatárias: baixa capacidade técnica das entidades, planos de trabalho genéricos e sem detalhamento suficiente, dificuldades de fiscalização pelos órgãos repassadores e contratações sem especificações adequadas de itens e custos.

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Na decisão, Dino também determina que a CGU envie um novo relatório à Polícia Federal para que “sejam tomadas as providências devidas no âmbito de sua competência, fazendo-se a juntada em inquéritos já existentes ou instaurando novos, a critério da autoridade policial”.

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As medidas devem servir para recuperar dinheiro gasto por meio de emendas parlamentares de forma irregular.

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Outro trecho do texto estabelece um prazo para que as medidas sejam tomadas. “Oficie-se o advogado-geral da União para que constitua Grupo de Trabalho, ou organismo similar, no prazo de 15 dias corridos, com o fim específico de coordenar as providências necessárias e cabíveis, à luz dos relatórios da CGU, para que ocorra a responsabilidade civil e administrativa em relação ao exposto”.

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Desde que assumiu uma cadeira na Suprema Corte em 2024, Dino tem cobrado transparência em relação ao destino de emendas parlamentares destinadas a estados e municípios por deputados e senadores. Ele chegou a suspender os repasses por falta de informações sobre o destino final do dinheiro.

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[Metrópoles]Source link

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