Dono de fábrica ficou submerso após rompimento de reservatório em Campina Grande

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O dono de uma fábrica de gelo que ficou destruída após o rompimento do reservatório da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), chegou a ficar completamente submerso pela água na manhã deste sábado (8), em Campina Grande.

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O empresário Gleidson Dubu conta que estava atendendo um cliente na entrada da fábrica, ainda no começo da manhã, quando percebeu uma correnteza de água descendo pela rua na direção de onde eles estavam. Segundo ele, foram apenas alguns segundos até que tudo fosse tomado pela água.

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“Quando menos se espera um estrondo. Vi a parede caindo e disse: 'corre que vem água'. Só cheguei na garagem. Foi negócio de segundos para inundar tudo. A água me cobriu. Pensei em tudo e em nada ao mesmo tempo", relatou o empresário.

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Após ficar submerso pela água, Gleidson conta que se agarrou nas prateleiras distribuídas pelo interior da fábrica. Ele conseguiu não ser levado pela força da água porque as estruturas estavam parafusadas nas paredes da construção.

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"A sorte é que tinha essas prateleiras e ela são parafusadas. Eu me segurei nelas, um bloco de cimento ainda pegou em mim. Foram três segundos para a água subir e três segundos para a água baixar. A sorte foi isso", afirmou o sobrevivente.

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O rompimento do reservatório em Campina Grande, que causou o desabamento de pelo menos três casas, a morte de uma idosa e deixou duas outras pessoas feridas, resultou na perda total do maquinário da fábrica de gelo de Gleidson e de veículos que também estavam no local.

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"Tudo perdido. Máquinas totalmente destruídas. Quinze anos de trabalho. Perdi tudo, dois carros, a fábrica completa. Não tenho o que dizer não", lamentou o empresário, emocionado.

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Apoio às vítimas e investigação sobre rompimento

Durante coletiva de imprensa, o governador da Paraíba, João Azevedo (PSB), garantiu que as vítimas do rompimento do reservatório em Campina Grande, no que diz respeito a perdas materiais, receberão apoio do governo. “Tudo aquilo que se refere a apoio material, nós estamos equacionando e vamos resolver. Todas as famílias ficarão completamente protegidas pela mão protetora do governo, que tem obrigação sim e responsabilidade de tomar essas medidas”, destacou.

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O governo também criou uma comissão especial para acompanhar o caso, sob o comando do vice-governador, Lucas Ribeiro. Segundo ele, a Cagepa alugou residências para alocar vítimas que estão precisando de habitação. "Todos os prejuízos que as pessoas tiveram serão ressarcidos de imediato pelo governo e vamos fazer todo o levantamento (de danos)", afirmou.

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De acordo com João Azevedo, o reservatório de Campina Grande passava por manutenção constante e não apresentava sinais de um possível rompimento.

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“Naquilo que se refere a questão da manutenção, essa manutenção é diária, é permanente. Não há nenhum relatório em que aquele reservatório apresentasse, até o momento, nenhum risco para a população. Não houve nenhuma sinalização. Quando uma estrutura qualquer de qualquer edificação dá sinais de rompimento, são vários sinais que aparecem antes, e ali não foi o caso. Não tinha vazamento pelas paredes, não aparecia nada disso”, afirmou o governador João Azevedo.

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JP

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