Empresário tenta fugir em lancha durante operação contra o PCC

[Editado por: Marcelo Negreiros]

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O empresário Rafael Renard Gineste foi preso em Bombinhas, no litoral norte de Santa Catarina, depois de tentar fugir em uma lancha durante a megaoperação da Polícia Federal (PF) contra a estrutura financeira do Primeiro Comando da Capital (PCC).

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No momento da abordagem, registrado em vídeo exibido neste domingo, 31, pela TV Globo, um dos agentes grita: “Jogou fora o celular. Polícia Federal!”. Nas imagens, Gineste é cercado e rendido.

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A captura ocorreu depois de os investigadores não localizarem Gineste em um condomínio de alto padrão em Curitiba (PR), onde ele residia. Diante da ausência, equipes seguiram para o litoral catarinense. No local, também foi detida uma mulher que estava em sua companhia.

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Lavagem de dinheiro do PCC

Gineste é um dos vários suspeitos investigados na Operação Carbono Oculto, deflagrada em 28 de agosto de 2025, que mobilizou mais de 1,4 mil agentes federais e estaduais em dez Estados, com apoio da Receita Federal.

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Foram apreendidos 141 veículos, 192 imóveis e duas embarcações. Além disso, a Justiça determinou o bloqueio de até R$ 1,2 bilhão e a apreensão imediata de mais de R$ 300 mil em espécie.

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As investigações identificaram 41 pessoas físicas e 255 empresas como parte do esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC. Entre os alvos, uma fintech considerada central movimentou R$ 47 bilhões entre 2020 e 2024.

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Também foram rastreados 40 fundos de investimento que, em conjunto, transitaram aproximadamente R$ 52 bilhões em quatro anos. Desse total, 21 fundos, avaliados em R$ 30 bilhões, tiveram bloqueio determinado pela Justiça.

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Em São Paulo, segundo a Secretaria da Segurança Pública, foram mobilizados 766 policiais e cumpridos 156 mandados de busca.

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Além das operações financeiras tradicionais, a PF concluiu que o setor de combustíveis era um dos principais ramos de interesse do grupo. O esquema incluía postos de gasolina e distribuidoras usados para movimentar recursos e dar aparência lícita ao dinheiro obtido com atividades ilícitas.

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Segundo os investigadores, empresas ligadas ao ramo participaram do processo de lavagem, ao funcionarem como parte do circuito empresarial que sustentava a rede criminosa.

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