Estudo aponta que alguns hobbies mantêm o cérebro mais jovem, saiba quais

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Talvez seja hora de finalmente marcar aquela aula de dança ou tirar os pincéis da gaveta. Um novo estudo internacional sugere que atividades criativas – como aprender a tocar novos instrumentos ou jogar videogame – podem ajudar o cérebro a envelhecer mais devagar.

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A pesquisa, publicada na revista Nature Communications, analisou dados de atividade cerebral de 1.240 participantes em 13 países. Cientistas usaram modelos de aprendizado de máquina, chamados de relógios cerebrais, para comparar a idade cronológica e a idade neurológica dos voluntários. Em seguida, aplicaram esses modelos a 232 pessoas envolvidas em atividades criativas como arte (especificamente desenhistas), música (instrumentistas e cantores), dança (dançarinos de tango) e jogos eletrônicos (com foco em jogos de estratégia) .

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Os resultados, segundo a pesquisa, mostram que cérebros de pessoas que praticavam suas artes regularmente mostraram sinais de envelhecimento mais lento. A diferença mais marcante apareceu entre dançarinos de tango, cujo cérebro parecia, em média, sete anos mais jovem do que sua idade biológica.

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“O tango combina movimentos complexos, coordenação e planejamento”, explicou Agustín Ibáñez, neurocientista da Universidade Adolfo Ibáñez, no Chile, e coautor do estudo.

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Mas os benefícios não ficaram restritos ao tchá-tchá-tchá. Em uma das experiências, 24 participantes foram treinados para jogar StarCraft II, um jogo de estratégia que exige resolução criativa de problemas. Após 30 horas de prática, distribuídas em algumas semanas, apresentaram menor envelhecimento cerebral e melhor desempenho em testes cognitivos, em comparação ao grupo controle que jogou Hearthstone, um jogo de cartas mais previsível.

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O estudo mostrou que até mesmo curtos períodos de treinamento em uma atividade criativa podem trazer ganhos cognitivos. “Uma das nossas principais conclusões é que você não precisa ser um especialista para se beneficiar da criatividade. Descobrimos que breves sessões de treinamento em videogames já bastam”, afirmou Carlos Coronel, primeiro autor do artigo e pesquisador do Latin American Brain Health Institute, em comunicado.

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A explicação pode estar na amplitude com que a criatividade ativa o cérebro. Atividades criativas envolvem mais regiões cerebrais do que exercícios cognitivos tradicionais, como quebra-cabeças.

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Os pesquisadores identificaram que as maiores mudanças ocorrem na região frontoparietal, que é responsável pelo planejamento, memória de trabalho e solução de problemas, além de uma das áreas mais vulneráveis ao envelhecimento.

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Embora o estudo ressalte que fatores como saúde física e bem-estar geral também influenciam o envelhecimento cerebral. Os autores escrevem que há uma “ligação independente entre criatividade e saúde do cérebro”.

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Ibáñez acredita que as descobertas têm implicações que vão além da neurociência. “É uma oportunidade não apenas médica, mas também cultural e política”, disse em comunicado. “Nossas sociedades precisam reimaginar o envelhecimento saudável por meio de domínios médicos e não médicos, como criatividade, artes e brincadeiras.”

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Quem sabe… Talvez no futuro, além dos exercícios físicos de academia, uma sequência de oito passos seja uma recomendação médica comum. 

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