Uma operação policial deflagrada em Campina Grande, na Paraíba, desvendou uma **clínica clandestina de aborto** que funcionava nos fundos de uma farmácia. A descoberta ocorreu após investigação que apontou para atividades suspeitas no estabelecimento. Os agentes encontraram uma **sala oculta** em um sótão, onde foram apreendidos **medicamentos abortivos**, objetos e documentos que indicam a realização de procedimentos ilegais.
O delegado Rafael Pedrosa descreveu o local como um **sótão insalubre**, com condições sanitárias deploráveis. O acesso era feito por um **fundo falso** na farmácia, levando a um compartimento escondido. Lá, os policiais encontraram uma cama, materiais como bisturis e gases, além de **exames de ultrassonografia** e anotações com nomes de supostas vítimas e indicações de tempo gestacional. A polícia acredita que essas informações eram usadas para avaliar a viabilidade dos abortos clandestinos.
Durante a operação, além dos materiais relacionados aos abortos, foi apreendida uma **arma calibre 38**. Um homem foi detido no local e conduzido à delegacia para prestar depoimento e passar por audiência de custódia. A descoberta da clínica clandestina de aborto levanta sérias preocupações sobre a segurança e a legalidade de procedimentos médicos realizados fora de estabelecimentos autorizados.
Em uma ação paralela, a mesma operação fiscalizou outra farmácia em Campina Grande, no bairro das Malvinas. Neste local, foram encontrados **anabolizantes comercializados de forma irregular**, medicamentos vencidos e psicotrópicos sem a devida autorização para venda. O estabelecimento também não possuía licença sanitária válida, alvará de funcionamento regular nem um farmacêutico responsável técnico, configurando diversas infrações à legislação sanitária e de saúde pública.
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