Essas ações visam suspender os efeitos da fiscalização da ANP, que determinou o fechamento total da refinaria localizada no Rio de Janeiro. A decisão da agência ocorreu após uma vistoria constatar um grave risco de incêndio na unidade. A Refit já estava parcialmente interditada desde outubro do ano passado.
Na petição mais recente, apresentada na última quinta-feira, 29, os advogados da Refit, incluindo Kevin, pediram em caráter de urgência a suspensão da interdição. Eles argumentam que a ANP descumpriu uma decisão judicial anterior e chegaram a cobrar a aplicação de multa à agência por "ato atentatório à Justiça".
Kevin de Carvalho Marques, antes de atuar nos casos da Refit, já possuía experiência no TRF-1, tendo participado de outros sete processos. A maioria de seus clientes anteriores eram empresas do setor imobiliário e colonizadoras, em litígios contra o Incra, o ICMBio e o Ministério Público Federal. A atuação no caso da Refit, no entanto, representa sua estreia em processos de maior dimensão no tribunal.
Nunes Marques deixou o TRF-1 em 2020, quando foi indicado pelo então presidente Jair Bolsonaro para compor o Supremo Tribunal Federal (STF). A reportagem entrou em contato com Kevin de Carvalho Marques e aguarda manifestação sobre o caso.
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