Flávio Bolsonaro diz que há acordo para pautar anistia, não para aprovar: ‘Quem tiver maioria leva’

[Editada por: Marcelo Negreiros]

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta quinta-feira, 7, que há um acordo no Congresso para pautar a votação da anistia “geral e irrestrita” aos envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro, incluindo seu pai, Jair Bolsonaro (PL). O ex-presidente é réu em um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) que apura tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

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“A gente não está aqui defendendo que há um acordo para aprovar a anistia, a gente está defendendo que há um acordo para que se paute a anistia tanto na Câmara quanto no Senado. E quem tiver maioria vai levar essa”, afirmou Flávio em coletiva de imprensa.

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A base do governo negou que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) tenha acordado pautar a anistia. Em entrevista ao UOL nesta quinta, o deputado federal governista Rogério Correia (PT-MG) disse que o acordo foi feito apenas entre os partidos da oposição.

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“Eles [parlamentares da oposição] estão espalhando um acordo que podem ter feito com setores do União Brasil e do PP, mas jamais com Hugo Motta no sentido de pautar qualquer coisa em relação à anistia”, disse.

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Já o presidente da Câmara negou, ao chegar à Câmara nesta quinta-feira, 7, que tenha garantido contrapartidas para convencer a oposição a desistir da ocupação do plenário. “A presidência da Câmara é inegociável. Eu quero que isso fique bem claro”, afirmou. “A negociação feita por esta presidência para que os trabalhos fossem retomados não está vinculada a nenhuma pauta”, enfatizou.

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Na noite de quarta-feira, 6, Motta retomou a cadeira para abrir a sessão plenária. Com resistência dos bolsonaristas, o presidente iniciou a sessão e encerrou após um discurso de cerca de 10 minutos afirmando: “País deve estar em primeiro lugar e não projetos pessoais”.

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No discurso, Motta afirmou que a obstrução feita pela oposição ao governo Lula “não fez bem à Casa”. Segundo ele, o ato não foi “condizente” com a história da Câmara.

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“O que aconteceu entre o dia de ontem e o dia de hoje, em um movimento de obstrução física, não fez bem a esta Casa. A oposição tem todo o direito de se manifestar, a oposição tem todo o direito de expressar a sua vontade”, disse o deputado.

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[Por: Estadão Conteúdo]Source link

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