Freixo diz que megaoperação no Rio é “chacina com viés eleitoral”

O presidente da Embratur e ex-deputado federal Marcelo Freixo (PT-RJ) afirmou, nesta quarta-feira (29/10), que a megaoperação realizada pelas polícias do Rio de Janeiro nos complexos do Alemão e da Penha que deixou ao menos 119 mortos, segundo o governo do Rio, foi uma “chacina com viés eleitoral”.

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“Essa é uma chacina que tem um viés eleitoral muito forte. O governador (Cláudio Castro) mente, o governador do Rio de Janeiro mente quando diz que o governo federal não auxilia”, disse Freixo.

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A declaração foi dada a imprensa durante a cerimônia de posse do novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSol-SP), no Palácio do Planalto.

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Freixo enfrentou Cláudio Castro (PL) no segundo turno das eleições de 2022, mas foi derrotado pelo adversário — eleito com 44% dos votos.

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“Qual o benefício que o Rio de Janeiro teve com essa chacina eleitoral? Qual o benefício? Melhorou o emprego? A população está se sentindo mais segura? Diminuiu o poder do tráfico? Diminuiu o poder da facção? Qual é o efeito? Me diga uma consequência positiva que uma chacina como essa tem. Nenhuma”, questionou o ex-deputado.

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Freixo ainda rebateu as críticas que apontam “omissão” do governo federal. Nesta quarta, o diretor-geral da Polícia Federal Andrei Rodrigues disse que a Superintendência da Polícia Federal (PF) do Rio de Janeiro foi consultada pela inteligência da Polícia Militar do estado sobre a megaoperação, mas a corporação avaliou que a ação “não era razoável”.

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“A responsabilidade é do governo estadual. A Polícia Federal não aceitou participar exatamente por não concordar com esse modelo. Ser informado, e foi uma informação técnica, ser informado quer dizer o quê? A Polícia Federal não tem responsabilidade sobre a operação. Inclusive não quis participar por não concordar com esse modelo de operação, porque é um desastre”.

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Freixo também cobrou que Castro apoie a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, a qual o governador já se posicionou contra. O texto prevê que as diretrizes de combate ao crime serão centralizadas na União e no Conselho Nacional de Segurança Pública.

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