A Polícia Civil do Rio Grande do Sul (PCRS) realizou, na manhã desta terça-feira (12/8), a segunda fase de uma operação contra uma quadrilha suspeita de aplicar golpes em médicos gaúchos. Segundo o delegado responsável, além de recrutar “sósias” com aparência semelhante às vítimas, o grupo criminoso utilizava inteligência artificial (IA) para alterar imagens, passar por verificações biométricas e invadir contas digitais.
Nomeada de “Medici Umbra 2”, a ação contou com apoio de outros três estados e cumpriu três mandados de prisão preventiva e outros três de busca e apreensão em São Paulo (SP), Ananindeua (PA) e Vila Velha (ES).
Fechar modal.
Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão
Divulgação/PCRS
Três pessoas foram presas preventivamente
Divulgação/PCRS
Grupo recrutava sósias e usava IA para produzir rostos falsos de médicos
Reprodução
Segundo a PCRS, um dos presos em São Paulo, de 44 anos, era responsável por recrutar pessoas fisicamente parecidas com as vítimas para tirar fotos e criar documentos falsos, passando nas verificações de biometria facial.
O suspeito paulista também movimentava contas bancárias, principalmente de empresas com altos limites, para receber transferências dos valores desviados e dificultar o rastreamento. Ele recebia comissões entre 25% e 40% do total e já tinha antecedentes por estelionato eletrônico, furto, roubo de carga, receptação e falsa identidade.
O preso no Pará, de 20 anos, atuava como fornecedor de informações sigilosas, utilizando um bot (robô) para consultas automáticas em grupos de WhatsApp e vendendo dossiês com dados das vítimas.
Já o suspeito do Espírito Santo, de 29 anos, era responsável por fornecer e fabricar documentos falsos em nome dos médicos.
O grupo é investigado por estelionato, falsificação de documentos, invasão de dispositivos informáticos e lavagem de dinheiro.
[Metrópoles]Source link
Aproveite para compartilhar clicando no botão acima!
Visite nosso site e veja todos os outros artigos disponíveis!