Guaidó afirma ter sofrido 'emboscada' de chavistas

Juan Guaidó, líder da oposição à ditadura de Nicolás Maduro, afirmou ter sofrido um ataque no sábado 11 de grupos ligados ao governo chavista. “Foi uma emboscada”, disse.

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Grupos ligados à mídia estatal venezuelana disseram que o líder opositor teria sido atacado por partidários. Guaidó classificou a acusação como “fake news”. “Através de mentiras, propaganda, eles tentam desviar a atenção”, comentou.

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“O ditador Nicolás Maduro enviou seus grupos e tenentes para atacar e boicotar uma atividade do presidente Guaidó em sua viagem a San Carlos”, informa uma nota do Centro de Comunicação Nacional, mantido pela oposição ao chavismo. “Entre os líderes desse grupo violento estava a ex-candidata do PSUV a governador de Cojedes, Nosliw Rodríguez, como mostram as reportagens da imprensa.”

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Nicolás Maduro controla o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSVU). A cidade de San Carlos fica localizada na província Cojedes, a 260 quilômetros de Caracas, capital do país.

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“Os grupos armados e financiados pela ditadura atacaram violentamente o presidente Juan Guaidó e espancaram membros de sua equipe; o veículo em que o presidente viaja recebeu vários ferimentos de bala”, afirma o texto da oposição. “Este ataque ordenado desde Miraflores [sede do governo venezuelano] não só coloca em risco a vida e a integridade física do presidente Guaidó e sua equipe de colaboradores, mas é um ataque contra toda a liderança política democrática na Venezuela.”

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A emboscada

O ataque ocorreu quando Guaidó se reunia com militantes de partidos políticos da oposição em um restaurante em San Carlos. Um vídeo postado nas redes sociais, mostra o político sendo empurrado para fora do local, em meio a gritos e confrontos ao seu redor. A equipe de escolta conseguiu repelir alguns dos ataques e levá-lo para um carro que estava em frente ao local.

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Guaidó assumiu como presidente interino da Venezuela pela primeira vez em janeiro de 2019. Então deputado venezuelano, ele se autodeclarou para o cargo, recebeu apoio de seus pares e foi reconhecido por governos estrangeiros como Brasil e Estados Unidos. O processo ocorreu em meio à denúncia de fraude eleitoral na reeleição de Maduro para presidência — que ainda detém o poder de fato no país.

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