Ibama aprova plano da Petrobras para teste na Margem Equatorial

[Editado por: Marcelo Negreiros]

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O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) aprovou o conceito do Plano de Proteção e Atendimento à Fauna Oleada (PPAF) apresentado pela Petrobras. A informação foi divulgada pela petrolífera nesta segunda-feira, 19.

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O plano é uma das medidas para a obtenção da licença ambiental necessária para a perfuração de poço exploratório em águas profundas do litoral do Amapá, na região conhecida como Bacia da Foz do Amazonas.

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De acordo com o Ibama, “a aprovação do conceito do PPAF indica que o plano, em seus aspectos teóricos e metodológicos, atendeu aos requisitos técnicos exigidos e está apto para a próxima etapa: a realização de vistorias e simulações de resgate de animais da fauna oleada”.

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Na próxima e última etapa prevista no processo de licenciamento, a Petrobras e o Ibama realizarão uma simulação in loco das ações de resposta a emergência, a Avaliação Pré-Operacional. Nesse exercício, será simulado um evento acidental de vazamento de óleo, com o objetivo de avaliar a eficácia do plano de emergência para a atividade de perfuração.

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O Ibama avaliará a eficiência dos equipamentos, a agilidade na resposta, o cumprimento dos tempos de atendimento à fauna previstos e a comunicação com autoridades, órgãos ambientais e demais partes interessadas.

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O exercício envolverá mais de 400 pessoas e contará com recursos logísticos como embarcações de grande porte, helicópteros e uma sonda de perfuração, que será posicionada no local a ser perfurado. Nesta etapa, a Petrobras terá de demonstrar a capacidade de atuar com prontidão para poder receber a licença para perfuração do poço.

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A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, avaliou que a companhia está satisfeita em “avançar para essa última etapa” e em comprovar que está apta “a atuar de forma segura na costa do Amapá”. “Vamos instalar na área a maior estrutura de resposta à emergência já vista em águas profundas e ultra-profundas”, garantiu.

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De acordo com a companhia, “a confirmação da existência de petróleo na Margem Equatorial poderá abrir uma importante fronteira energética para o país, que se desenvolverá de forma integrada com outras fontes de energia e contribuirá para que o processo de transição energética ocorra de forma justa, segura e sustentável”.

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