A procuradora-geral federal da Advocacia-Geral da União (AGU), Adriana Maia Venturini, assinou portaria que estabelece novas diretrizes internas para prevenção do uso de linguagem racista no órgão. O objetivo da determinação, assinada no Dia da Consciência Negra (20/11), é inibir o uso de expressões linguísticas que reproduzem preconceitos históricos em documentos e pronunciamentos oficiais da Procuradoria-Geral Federal.
Segundo a portaria, que saiu no Diário Oficial da União (DOU), considera-se linguagem racista aquela que perpetua estereótipos ou associações negativas relacionadas à raça, cor, origem ou etnia das pessoas. Ou seja, quando se usa expressões ofensivas e depreciativas, associadas à desumanização e inferiorização, que reforçam hierarquias raciais e evocam violência.
Para ser bem literal, a portaria listou como exemplos 17 expressões que são frequentemente usadas para diminuir pessoas de raças distintas. São expressões com conteúdo racista, agressões linguísticas, estereótipos raciais, metáforas, analogias ou figuras de linguagem racialmente inadequadas e com conteúdos discriminatórios indiretos. Confira:
As 17 expressões apontadas como exemplo são:
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