João adota com Cícero mesmo método que causou 'baixas' de Efraim e Veneziano

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O ano era 2018 quando o ex-governador Ricardo Coutinho, na época do PSB, decidiu permanecer no Governo e escolher um de seus secretários, de Recursos Hídricos, para sucedê-lo como candidato a governador do Estado. Ricardo havia sido reeleito, quatro anos antes, após sofrer por anos com poucos aliados na Assembleia. Mas a boa avaliação da gestão e a força da caneta fizeram o Governo recuperar terreno.

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Quando chegou ao fim o seu segundo mandato, ninguém na Paraíba tinha dúvidas: Ricardo seria eleito tranquilamente senador, deixando o Governo. Caso optasse por ficar, iria para uma eleição plebiscitária tendo como representante o 'super-secretário' João Azevêdo.

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E foi a segunda opção a escolhida por Coutinho. Os demais fatos estão registrados na crônica política paraibana.

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Em 2018, o arco de alianças construído por Ricardo incluía 14 partidos e o resultado disso foi uma vitória já no primeiro turno, com folga, do candidato do Governo.

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Os anos passaram e a base começou a dar sinais de que nem tudo caminhava sob o mesmo ritmo. Para a formação da chapa de 2022, os problemas surgiram aos montes. E as soluções se arrastaram até bem perto das convenções partidárias.

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A indefinição sobre quem seria o candidato ao Senado, por exemplo, colocou em lados opostos Aguinaldo Ribeiro (PP) e Efraim Filho (na época do DEM). Preterido, Efraim deixou a base.

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Uma outra defecção foi a do senador Veneziano Vital (MDB). Após muitos descompassos e queixas, ele decidiu deixar o grupo e buscar um voo independente.

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Até mesmo a então vice-governadora, Lígia Feliciano, assumiu por um bom tempo uma espécie de rompimento 'velado'; e depois recuou.

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Em outubro de 2022, João foi reeleito com o apoio de 10 partidos.

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Mas as urnas deixaram um retrato bem diferente daquele registrado em 2018. A vitória apertada só veio no segundo turno, contra o ex-deputado Pedro Cunha Lima (na época do PSDB) - que poucos meses antes da campanha estava longe de quaisquer expectativas de poder.

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Passados quase quatro anos, o Governo parece não ter aprendido nada com as 'baixas' registradas nesse período. Por falta de habilidade política está na iminência de, mais uma vez, ser impactado com rompimentos.

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Agora é o prefeito da Capital, Cícero Lucena, e o presidente da Assembleia, Adriano Galdino (Rep), que dão sinais há tempos de insatisfações com a condução - ou melhor, a ausência de coordenação de João Azevêdo.

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Cícero e Adriano insistem em ser ouvidos. Alertam para o risco da escolha de um candidato (Lucas Ribeiro) tendo como único critério o da 'naturalidade'. E têm feito movimentos para viabilizar candidaturas próprias.

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Hoje o prefeito pessoense procurou João Azevêdo para dizer que está deixando o Progressistas e que será candidato dentro ou fora da base. Em resposta, o governador proporcionou-lhe um 'chá de cadeiras'. Isso depois de não atuado para conter, nos últimos meses, o avanço das três pré-candidaturas dentro da base - Cícero, Lucas e Galdino.

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Um risco de ruptura que expõe novamente um enredo marcado pela falta de comando, intrigas internas, intromissão de caciques diversos e uma demora excessiva para tomar posições firmes. O somatório disso é que a base governista, que um dia foi ampla e intransponível, começa a entrar em convulsão.

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JP

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