O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes fez, nesta terça-feira (21/10), um alerta duro sobre o uso de desinformação nas eleições de 2026. A afirmação de Moraes foi realizada durante sessão de julgamento do núcleo 4 da trama golpista. O grupo foi condenado por ter contribuído, por meio da disseminação de fake news sobre as urnas eletrônicas, com a tentativa de golpe de Estado de 2022.
O entendimento de Moraes, em linha com a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), é de que o núcleo 4, formado por sete réus, exerceu papel crucial para a tentativa de manter o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no poder, mesmo após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para ocupar a Presidência da República. As condenações variam de 7 anos e 6 meses a 17 anos de prisão.
“Todos que insistem em desinformação devem saber, ficar atentos já com esse precedente do STF”, afirmou Moraes. “Fica o alerta para que cessem essas atividades nas eleições do ano que vem”, disse o ministro.
O apontamento de Moraes a respeito do “precedente” que passa a existir na Corte é uma sinalização de que casos semelhantes que possam vir a acontecer no futuro podem ter o mesmo destino, ou seja, a condenação.
“Esse núcleo não é um núcleo periférico porque toda a organização criminosa se deu a partir da desinformação que chegou a níveis nunca antes vistos nesse país”, frisou o ministro.
O julgamento dessa terça teve placar de 4 a 1 pela condenação dos sete réus. A favor da imputação de pena votaram os ministros Moraes, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino. A favor da absolvição de todos os réus votou o ministro Luiz Fux, que entendeu não haver provas para condená-los.
“Preliminarmente, declaro a incompetência absoluta do Supremo Tribunal Federal para processar e julgar a presente ação penal, nos termos em que já me manifestei”, afirmou Fux.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retomou, na manhã desta terça-feira (21/10), o julgamento do núcleo 4, conhecido como o grupo de desinformação, no âmbito do processo referente à tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. No total, são sete réus acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de propagar notícias falsas sobre as urnas eletrônicas.
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A condenação dos réus do núcleo 4 foi pelos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; golpe de Estado; organização criminosa armada; dano qualificado; e deterioração de patrimônio tombado.
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Em 2022, Moraes era o presidente do TSE à época das eleições. Hoje, a Corte é comandada pela ministra Cármen Lúcia, mas a presidência do tribunal eleitoral será assumida pelo ministro Nunes Marques em 2026.
No próximo ano, o Brasil vai realizar eleições para deputado estadual e federal, governador, senador, vice e presidente da República.
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