Durante a reunião da CPI do INSS, Sóstenes Cavalcante pediu a palavra para compartilhar a experiência de sua sogra. Ele descreveu Isléia como uma “mulher simples”, mas “boa observadora”, que notou a falta de parte de sua aposentadoria todos os meses. A aposentada descobriu que estava sofrendo descontos associativos que ela nunca havia autorizado.
Com a ajuda de um neto advogado, a sogra do deputado conseguiu interromper esses descontos indevidos. Sóstenes Cavalcante enfatizou que o caso de sua sogra é um exemplo claro de como muitos aposentados e pensionistas são lesados. Ele argumentou que a CPI deve direcionar seus esforços para investigar e proteger essas pessoas, que são as mais necessitadas, como aposentados, pensionistas e viúvas, em vez de se concentrar em figuras de poder.
A presença de Isléia Cavalcante na reunião da CPI do INSS não passou despercebida. Ela demonstrou admiração pelo presidente da comissão, o senador Carlos Viana (Podemos-MG), e pelo relator, Alfredo Gaspar (União-AL). Em uma publicação nas redes sociais, a esposa de Sóstenes Cavalcante elogiou Alfredo Gaspar, chamando-o de “o melhor relator do Brasil”, reforçando o apoio familiar e o interesse na atuação da CPI.
O deputado utilizou a história para reforçar a importância de proteger os direitos dos aposentados e pensionistas, destacando que eles são os verdadeiros beneficiários do trabalho da CPI. A narrativa pessoal serviu para humanizar a discussão e trazer à tona a realidade enfrentada por muitos brasileiros que dependem de seus benefícios previdenciários e que, infelizmente, se tornam alvos fáceis para fraudes e descontos ilegais. A CPI do INSS busca, assim, coibir essas práticas e garantir mais segurança para os segurados.
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