[Editado por: Marcelo Negreiros]
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O esquema envolve três associações principais, a Associação dos Aposentados e Pensionistas Brasileiros (AAPB), a Associação Brasileira dos Servidores Públicos/Associação dos Aposentados e Pensionistas do Nacional (ABSP/AAPEN) e a Associação dos Aposentados e Pensionistas dos Regimes Geral e Próprio da Previdência Social (Universo).
As investigações identificaram cinco líderes, todas mulheres, inscritas em programas de assistência social, o que indica uma potencial vulnerabilidade.
A PF destacou que essas dirigentes podem estar sendo usadas para ocultar os verdadeiros responsáveis pelas fraudes. O relatório conclui que as associações investigadas não tinham estrutura adequada para atender aposentados e pensionistas.
Apesar de alegarem atuação em mais de 4 mil municípios, os órgãos podem ter exagerado suas capacidades, de modo a obter vantagens indevidas no INSS. Essa discrepância pode sugerir uma capacidade de gestão de recursos superestimada.
A AAPB afirmou que vai colaborar com a investigação e que suas ações foram legais na obtenção do acordo de cooperação técnica com o INSS.
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“Em consulta a sistemas corporativos governamentais foram identificadas situações atinentes aos dirigentes das associações que apontam para a possibilidade de que tais pessoas estejam sendo utilizadas para ocultar os efetivos dirigentes dessas entidades”, destacou a PF no inquérito.
[Oeste]
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