Um dos pontos centrais da investigação são diálogos de WhatsApp que revelam a preocupação da empresária Roberta Luchsinger. Em uma das conversas, ela informa ao "Careca do INSS" sobre a apreensão de um envelope contendo o nome de Lulinha. A empresária demonstrava apreensão quanto à divulgação dessa conexão, temendo as repercussões políticas e midiáticas do vínculo.
A informação contida nos diálogos foi corroborada por uma anotação manuscrita apreendida anteriormente pela PF. O documento, que tratava de ingressos para um camarote, indicava claramente a intenção de ocultar a participação de Lulinha. A anotação dizia: “Mínimas informações possíveis. CPF - Fábio (filho Lula)”, detalhando a tentativa de discrição sobre o destinatário dos ingressos.
Além das conversas e anotações, a PF identificou diversas passagens aéreas em nome de Roberta Luchsinger e Lulinha que compartilhavam o mesmo código localizador. Essa coincidência sugere que as passagens foram compradas em conjunto, reforçando a tese de uma relação próxima entre ambos. As viagens incluíam trechos de São Paulo para Brasília ao longo de 2025 e um voo de São Paulo para Lisboa. Curiosamente, Lisboa é um local onde o "Careca do INSS" buscava expandir seus negócios no setor de cannabis medicinal, adicionando mais uma camada de complexidade à investigação.
A investigação busca determinar se Lulinha atuou como um "sócio oculto" do "Careca do INSS" em negócios ligados ao governo. A PF segue coletando evidências para esclarecer a extensão da participação do filho do presidente nesses esquemas.
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