Inicialmente, o processo corria no Supremo Tribunal Federal (STF), mas foi enviado à Justiça Federal de Brasília, pois Marluce não tem direito ao foro privilegiado. O juiz Vallisney de Souza Oliveira entendeu que ela teve participação ativa nas ilegalidades. Por ter mais de 70 anos, é possível que a Justiça autorize o cumprimento de prisão domiciliar, ou outro meio menos gravoso.
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