O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes afirmou que o vazamento da carta que pressionava o então comandante do Exército, general Freire Gomes, ao jornalista Paulo Figueiredo defendia um golpe de Estado para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Durante o julgamento do núcleo 3 da trama golpista, na manhã desta terça-feira (18/11), Moraes destacou, em seu voto, que o documento elaborado por kids pretos ao general tinha o objetivo de influenciar outros comandantes do Exército que se opunham à tentativa de ruptura institucional.
Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retomou, nesta terça-feira (18/11), o julgamento dos réus do núcleo 3 da trama golpista, dos kids pretos
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto2 de 5
Relator do caso, ministro Alexandre de Moraes
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto3 de 5
Ministro Alexandre de Moraes, do STF
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto4 de 5
Ministro Alexandre de Moraes
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto5 de 5
Agente da PF Wladimir Matos Soares, acusado de monitorar Lula e repassar informações sobre sua segurança a aliados de Bolsonaro
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Segundo ele, Figueiredo — também denunciado no caso — atuou para pressionar os militares a aderirem ao plano de golpe. O jornalista também foi denunciado pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Brasil
Andreza Matais
Brasil
Brasil
“O denunciado Paulo Figueiredo diz [em 28/11] que esses militares [comandantes do Nordeste, Sudeste e Sul] eram contrários a uma ação mais contundente das Forças Armadas. Oras, só existe uma ação mais contundente das Forças Armadas em uma democracia após as eleições que seja lícita: o apoio integral ao resultado das eleições. O que se pleiteava era exatamente um golpe de Estado”, afirmou o ministro.
[Metrópoles]Source link
Aproveite para compartilhar clicando no botão acima!
Visite nosso site e veja todos os outros artigos disponíveis!