MP pede prisão preventiva de prefeito de Manaus e secretária estadual de Saúde

Leia mais“profundamente indignado com a atuação ilegal e arbitrária” Leia mais“não há o menor indício de desvio de recursos públicos, ato lesivo ao erário ou repercussão criminal”Leia maisLeia mais“furaram”Leia mais“omissão na planificação e execução da vacinação, com a transparência de rigor, indica a utilização dolosa das vacinas, vez que estariam sendo desviadas para atender a interesses particulares, e não públicos, situação apta a configurar a prática de ilícitos penais, pelo prefeito de Manaus, em conjunto com a alta cúpula da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa)”Leia mais“no acender das luzes da vacinação”Leia mais “ligações políticas e econômico-financeiras de apoio político e eleitoral ao atual prefeito”Leia mais“O interesse nacional é de todos os entes federativos, mas a questão da burla da fila de vacinação ocorre em meio à competência material municipal, que é de aplicação das vacinas, razão pela qual a competência é da Justiça Comum Estadual”Leia mais“O prefeito de Manaus, David Almeida, profundamente indignado com a atuação ilegal e arbitrária de membros do Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Amazonas (MP-AM), em descompasso com o histórico de atuação institucional do Parquet, informa que ingressará com as medidas cabíveis contra os responsáveis. A medida cautelar foi rejeitada pelo Poder Judiciário estadual, de forma correta, principalmente por não ter havido qualquer ato realizado pelo Prefeito.Leia maisAlém disso, não há o menor indício de desvio de recursos públicos, ato lesivo ao erário ou repercussão criminal.Leia maisReitera a confiança no Poder Judiciário, nas instituições e na gestão transparente da cidade de Manaus.”Leia mais

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