Músicos lidam melhor com a dor

[Editado por: Marcelo Negreiros]

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Aprender a tocar um instrumento traz benefícios que vão além da música. Pesquisas mostram que a prática pode melhorar memória, fala e coordenação motora. Além disso, também pode manter o cérebro mais jovem.

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De acordo com o site The Conversation, que divulga estudos de acadêmicos e pesquisadores, um grupo de cientistas decidiu investigar se o treinamento musical pode alterar a forma como músicos sentem dor.

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A equipe se apoiou em anos de observação da persistência desses profissionais, que seguem praticando mesmo diante do esforço físico intenso.

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Os pesquisadores afirmam que a dor ativa diferentes reações no corpo e no cérebro. Ela muda nossa atenção, pensamentos, movimentos e comportamento. A dor também reduz a atividade no córtex motor, área que controla os músculos. Essa resposta ajuda a proteger partes lesionadas, mas pode causar problemas ao se prolongar.

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Estudos anteriores indicam que a dor persistente reduz o “mapa corporal” do cérebro, responsável por enviar comandos aos músculos. Essa alteração está associada a dores mais intensas. No entanto, nem todos sofrem da mesma forma. Algumas pessoas mostram maior resistência, e ainda não se sabe por quê.

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Diferenças da dor entre músicos e não músicos

Para investigar, os cientistas induziram dor nas mãos de músicos e não músicos, usando o fator de crescimento nervoso. A proteína, quando injetada, provoca dor temporária e segura durante alguns dias. Em seguida, eles mapearam a atividade cerebral por meio da estimulação magnética transcraniana (EMT).

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Os resultados foram claros. Antes mesmo da indução da dor, músicos tinham mapas cerebrais das mãos mais refinados. Quanto mais horas de prática, mais detalhados eram esses mapas. Depois da dor, os músicos relataram menos desconforto, e seus mapas permaneceram estáveis, enquanto os dos não músicos encolheram em apenas dois dias.

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O estudo envolveu 40 participantes. Apesar do número reduzido, os cientistas concluíram que o treinamento musical parece oferecer proteção contra os efeitos negativos da dor.

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Isso não significa que a música seja um tratamento para dor crônica, mas mostra como experiências de longo prazo podem moldar a percepção da dor. A equipe segue pesquisando se o treinamento musical também pode proteger funções cognitivas e de atenção em casos de dor persistente.

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Para os pesquisadores, a descoberta abre caminho para novas terapias que busquem “retreinar” o cérebro de pacientes com dor crônica. A prática musical, além de aprimorar habilidades, pode literalmente reprogramar o cérebro e mudar a forma como vivenciamos o mundo.

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