Na ONU, EUA vetam cessar-fogo imediato entre Israel e Hamas

[Editado por: Marcelo Negreiros]

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Uma proposta de cessar-fogo imediato e permanente entre Israel e Hamas, apresentada ao Conselho de Segurança da ONU, foi barrada pelo veto dos EUA na quarta-feira 4. A proposta não previa a imposição de desarmamento do Hamas, grupo terrorista que começou a guerra em Gaza ao fazer um ataque surpresa contra Israel que deixou 1,2 mil mortos em outubro de 2023.

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Outros 14 membros do conselho votaram favoravelmente à resolução, mas a medida não foi aprovada devido à oposição norte-americana. Os EUA são integrantes permanentes do conselho e têm direito a veto.

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O texto discutido durante uma sessão na sede da ONU, em Nova York, recomendava o fim de todas as restrições para entrada e distribuição de ajuda humanitária em Gaza, assim como a libertação imediata e incondicional dos reféns mantidos pelo Hamas e outros grupos. Entretanto, não detalhava mecanismos para garantir o cumprimento das ações solicitadas.

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A justificativa dos EUA no conselho da ONU

A embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Dorothy Camille Shea, explicou que o veto ocorreu porque a resolução não previa o desarmamento do Hamas. Ela declarou, antes da votação, que os EUA mantêm seu posicionamento favorável ao direito de defesa de Israel e à derrota do Hamas.

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The US vetoed a unanimous vote in the UN Security Council, that called for an unconditional ceasefire in Gaza.

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I used to be in favor of abolishing the UN. Maybe we should keep it as a reminder of just how morally bankrupt so many countries are.And how the US is a true friend! pic.twitter.com/VVuRjGJQyY

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— Hamas Atrocities (@HamasAtrocities) June 5, 2025

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“A resolução é inaceitável pelo que diz, é inaceitável pelo que não diz e é inaceitável pela maneira como foi apresentada. Nesse sentido, qualquer produto que comprometa a segurança de nosso aliado próximo, Israel, é inviável”, afirmou Dorothy Camille Shea.

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O governo dos Estados Unidos já havia impedido uma resolução semelhante em novembro de 2024. O texto anterior também não garantia a libertação dos reféns. Com o novo veto, as negociações para colocar um fim no conflito na Faixa de Gaza devem prosseguir.

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