No Dia de Finados, a morte no cinema

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A arte imita a vida. Recorro ao clichê para dizer que o cinema está cheio de vidas. E de mortes. No Dia de Finados, que tal um pouco da morte no cinema?

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A primeira imagem que me ocorre é a que abre o post. O cavaleiro que volta das cruzadas e joga xadrez com a morte. O Sétimo Selo, obra-prima de Ingmar Bergman.

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Uma casa cheia de tons vermelhos. Uma mulher moribunda e uma criada que cuida dela. A morte com dor e muito sofrimento em Gritos e Sussurros, outro Bergman imenso.

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Um casal homoafetivo mata um amigo. O corpo é escondido numa arca transformada em mesa. Os convidados vão jantar sobre ela. Festim Diabólico, de Alfred Hitchcock, é teatro excepcionalmente bem filmado em extensos planos-sequência.

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A morte como escolha. A despedida, os amigos, o tempo, a vida. Depois de O Declínio do Império Americano, As Invasões Bárbaras, de Denys Arcand.

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De Olhos Bem Fechados. A morte passa por perto do médico interpretado por Tom Cruise. Premonitório? Stanley Kubrick morreu antes de terminar o filme.

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Um paramédico atormentado vê nas ruas de Nova York os pacientes que ele não salvou. Vivendo no Limite, filme perturbador, mas subestimado, de Martin Scorsese.

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Um rapaz louco pela morte. Uma velhinha louca pela vida. O amor dos dois. Ensina-me a Viver, de Hal Ashby. Ao som das belas canções de Cat Stevens.

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[Jornal da Paraiba]Jornal da Paraíba

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