Número de vítimas de atropelamento no Trauma de João Pessoa cresce mais de 24% em 2025

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O Hospital de Trauma de João Pessoa atendeu 526 pessoas atropeladas no primeiro semestre de 2025. Esse número é 24,6% maior que o mesmo período do ano anterior, quando o hospital registrou 422 casos. Em média, cerca de duas vítimas de atropelamento deram entrada no hospital a cada dia neste ano.

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No Hospital de Trauma de Campina Grande houve uma leve diminuição: foram 313 atendimentos no primeiro semestre de 2025, contra 324 no mesmo período de 2024, uma queda de 3,3%.

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Somados, os dois hospitais registraram 839 atendimentos em oito meses, o que significa cerca de 3 pessoas atropeladas por dia nessas cidades.

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Os dados apontam que adultos e idosos são as vítimas mais comuns desse tipo de acidente. Mais de 580 pessoas com 20 anos ou mais buscaram atendimento nas duas unidades.

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O levantamento mostra também a presença de crianças e adolescentes entre os atropelados: 114 vítimas tinham até 19 anos de idade.

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Entre os atendidos, os homens representam a maioria. Foram mais de 370 casos envolvendo vítimas do sexo masculino entre João Pessoa e Campina Grande.

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Passageiro sobrevive a atropelamento e afirma que 'foi um choque'

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O passageiro Pedro Henrique sobreviveu a um atropelamento que terminou com a morte do motociclista que o transportava, no último sábado (2), em Campina Grande. Ele estava em uma corrida por aplicativo quando a moto foi atingida por um carro que invadiu a contramão.

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Pedro teve apenas escoriações leves. Já o piloto da moto, de 42 anos, foi levado para o Hospital de Trauma da cidade, mas não resistiu aos ferimentos após cair da moto e ser atropelado por um carro. Ele morreu no Hospital de Trauma de Campina Grande.

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“Foi um livramento. Eu aguardei o Samu vir pra atender Ronaldo, esperei também que a polícia chegasse pra dar as informações. Fiquei apenas com escoriações leves. Tive muita sorte. Assim que a gente caiu, eu olhei pra trás e vi toda a cena. Foi um choque na hora. Fiquei com um sentimento de revolta. Que a pessoa que fez isso com a gente assuma a responsabilidade”, relatou Pedro à TV Cabo Branco.

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Câmeras de segurança registraram o momento do acidente. O motorista do carro tentou ultrapassar outro veículo, atingiu a moto e lançou os dois ocupantes ao chão. Após a queda, o piloto foi atropelado por outro carro que seguia na pista contrária.

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O condutor que provocou a colisão, identificado como Emanuel Policarpo, de 31 anos, foi preso pela Polícia Militar, passou por audiência de custódia e está detido em um presídio de Campina Grande. A polícia agora investiga o segundo motorista, que atropelou o motociclista e fugiu sem prestar socorro.

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Causas dos atropelamentos e orientações da PRF

A maioria dos atropelamentos nas rodovias federais que cortam a Paraíba acontece quando os pedestres tentam atravessar em trechos onde não há sinalização, faixas ou passarelas. A informação é da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que alerta para os riscos de cruzar a pista sem buscar um ponto seguro.

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De acordo com o PRF Fábio Ramalho, é comum que as pessoas atravessem a rodovia em locais perigosos, muitas vezes próximos a curvas ou em áreas com baixa visibilidade.

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“Quando fizer a travessia nas rodovias federais, procure fazer essa travessia onde tem passarelas. Onde não houver, use faixas de pedestres ou locais com semáforos. Se não houver nenhum desses, procure atravessar em locais longe de curvas, onde os veículos tendem a transitar com velocidade menor. Usar roupas claras também ajuda na visibilidade”, explicou.

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Para os condutores, a recomendação é manter a atenção redobrada, principalmente em trechos urbanos ou próximos a comércios e residências. Entre as medidas que ajudam a evitar atropelamentos, a PRF destaca:

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  • Reduzir a velocidade em áreas com travessia de pedestres;
  • Respeitar as placas de sinalização e faixas na pista;
  • Estar atento a movimentações inesperadas na via;
  • Manter distância segura do veículo da frente.
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Segundo Fábio Ramalho, muitas situações poderiam ser evitadas com mais atenção e respeito às regras de trânsito:

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“As principais causas são a falta de atenção e o desrespeito às normas de circulação. Isso inclui uso de celular ao volante, não usar cinto, dirigir sob efeito de álcool, excesso de passageiros, e também não verificar as condições do veículo, como freios e pneus”, afirmou.

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[Jornal da Paraiba]Jornal da Paraíba

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