“O objetivo final não é prender, é eliminar”, diz Bolsonaro

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Protagonizando a manifestação deste domingo (29), na Av. Paulista (SP), o ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que o objetivo do processo que apura um suposto golpe de Estado, ao qual é investigado, não seria sua prisão, mas sua morte. O ato foi organizado pelo Pr. Silas Malafaia.

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"Tenho certeza de que o objetivo final não é apenas me prender — é me eliminar. Logicamente, não quero ser preso nem morrer, mas não posso fugir da minha responsabilidade, da verdade, da minha palavra com vocês. Estaria muito bem se estivesse do outro lado, mas não estou. Estou do lado de Deus, da Pátria, da Família e da Liberdade", disse o ex-presidente.

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Ele também defendeu a união da direita para conquistar maioria no Congresso em 2026, o que permitiria controlar decisões estratégicas do país, independentemente de quem esteja na Presidência.

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"Se vocês me derem, nas eleições do ano que vem, 50% da Câmara e 50% do Senado — com Republicanos, PSD, PP, PL, União Brasil —, o destino do Brasil estará em nossas mãos. Com essa maioria, elegeremos o presidente da Câmara, o presidente do Senado, o presidente do Congresso Nacional e controlaremos as comissões mais importantes da Câmara e do Senado."

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A manifestação contou com a participação de aliados políticos e apoiadores do ex-presidente, como os  governadores Tarcísio Gomes de Freitas (São Paulo), Romeu Zema (Minas Gerais), Jorginho Melo (Santa Catarina) e Cláudio Castro (Rio de Janeiro).

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Também participaram a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e os deputados Luciano Zucco (PL-RS), Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), Bia Kicis (PL-DF), Gustavo Gayer (PL-GO), Marco Feliciano (PL_SP), Carol De Torni (PL-SC), Marcel van Hatten (Novo-RS), André Fernandes (PL-CE), Mário Frias (PL-SP), entre outros. Os senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Magno Malta (PL-ES), Rogério Marinho (PL-RN), Carlos Portinho (PL-RJ) e Jorge Seif (PL-SC) também sinalizaram a participação no ato.

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Oposição denuncia perseguição contra Bolsonaro

Parlamentares aliados afirmaram que o ex-presidente é vítima de perseguição política e que o Brasil vive um ambiente de “inquisição” conduzido por instituições de Justiça. Para o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), os processos contra o pai não passam de um ataque político. “Todos sabemos que Bolsonaro não está sendo submetido a um julgamento, mas sim a uma inquisição, com um juiz que atua como parte”, disse.

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A deputada Bia Kicis (PL-DF) também criticou o que chamou de “farsa” do processo que investiga suposta tentativa de golpe. “Não existe mais justiça no Brasil, não existe mais ordenamento jurídico. O devido processo legal, o direito à defesa... nada disso é respeitado. A prova disso é esse processo ridículo e fantasioso sobre um golpe que nunca existiu”, afirmou.

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O deputado Gustavo Gayer (PL-GO) destacou que Bolsonaro seria o principal obstáculo de um sistema que, segundo ele, busca silenciar os apoiadores do ex-presidente. “A vontade do sistema não é prender ele, é prender a nós. Só que ele é um obstáculo. Ele é a pedra que impede que eles nos alcancem”, declarou.

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Já o senador Marcos Rogério (PL-RO) disse que a população está mobilizada em defesa de Bolsonaro e criticou as decisões do Judiciário. “Querem acusar um homem sem crimes, querem condenar um presidente inocente. O Brasil é um país onde, pelas mãos de alguns, transformam narrativas em fatos, boatos em provas, e estão colocando inocentes na cadeia”, afirmou.

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O deputado federal Eduardo Gayer (PL-GO) afirmou que a perseguição contra Bolsonaro visa atingir os apoiadores do ex-presidente. "Quero falar sobre a perseguição que Bolsonaro está sofrendo, e quero que vocês entendam: a vontade do sistema não é prender ele, é prender a nós. Só que ele é um obstáculo. Ele é a pedra que impede que eles nos alcancem. Essas pessoas que querem prender o nosso presidente são as mesmas que querem calar e silenciar as nossas vozes."

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O senador Magno Malta (PL-ES) criticou a ministra Cármen Lúcia pela declaração dada durante a votação sobre a responsabilização das big techs. Na ocasião, a magistrada argumentou que era necessário “impedir que 213 milhões de pequenos tiranos soberanos dominem os espaços digitais no Brasil”.

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"Cármen Lúcia! Tirana é você", disse senador durante a manifestação. 213 milhões de tiranos… Ontem, foi a festa do regozijo. Ontem eles se fecharam e teve até choro. Foi tão emocional que o [Dias] Toffoli chorou. Lágrimas de crocodilo. Ele pegou o regimento interno, do Supremo Tribunal Federal, e criou o inquérito das fake news“, afirmou o parlamentar.

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Tarcísio afirma que “missão de Bolsonaro não acabou”

Ao lado de Bolsonaro, Tarcísio afirmou que Bolsonaro continua sendo uma liderança essencial para a direita e que sua missão política ainda não chegou ao fim. Durante o ato, Tarcísio criticou as tentativas de impedir a candidatura do ex-presidente, destacando que, apesar dos processos, Bolsonaro mantém apoio popular. “Não há democracia quando se tira uma pessoa das urnas. Podem tentar tirá-lo das eleições, mas nunca vão tirá-lo do coração do povo”, declarou.

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Tarcísio reforçou que acredita em um futuro de prosperidade para o país e associou essa esperança à união do grupo político ligado ao ex-presidente. “A esperança vai voltar. A prosperidade vai voltar. E ela vai voltar porque estamos juntos, porque esse grupo está unido, porque nossos corações estão ligados e queremos o melhor para o Brasil”, afirmou.

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O governador também recordou a relação antiga com Bolsonaro e os momentos em que acompanhou de perto o ex-presidente, destacando o comprometimento dele com a população. “Eu vi esse homem sofrer, vi ele chorar de dor e de angústia no hospital, porque se preocupava com cada um de vocês. E ele ainda vai fazer a diferença”, disse.

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Malafaia acusa Moraes de ter “sangue na mão” pela morte de Clezão

O pastor Silas Malafaia criticou o que chamou de injustiça nas prisões de manifestantes investigados pelos atos de 8 de janeiro e acusou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de abuso de autoridade. Para Malafaia, a punição aplicada a envolvidos nos protestos demonstra que o país vive um período de perseguição e desrespeito aos direitos individuais.

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“Até quando vamos viver nesse reino de injustiça no país? Na sexta-feira, condenaram um homem a 18 anos de prisão por ter sentado na cadeira de um ministro. Que injustiça é essa, Brasil?”, questionou.

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O pastor afirmou ser contrário à violência, mas classificou como inaceitável a prisão de idosos e trabalhadores. “Pessoas sendo retiradas de casa, mulheres de 67, 71 anos, trabalhadores presos por se manifestarem. Isso não é aceitável”, disse.

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Malafaia mencionou o caso de Clezão, membro de sua igreja que, segundo ele, morreu por problemas cardíacos após ser preso em meio aos protestos. “Aqui tem sangue na mão de Alexandre de Moraes. Ditador, você vai prestar contas a Deus. O sangue desse justo clama diante de Deus. Deus fará justiça”, afirmou o pastor durante o ato.

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[Gazeta do Povo]Source link

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