Droga reduz em 30% a letalidade de casos graves, segundo estudo da Universidade de Oxford; especialistas pedem cautela com o medicamento, que também pode ter o efeito oposto e agravar a doença
A pesquisa foi considerada um avanço por especialistas em grande parte do mundo, especialmente porque se trata de um estudo de grande porte, controlado e randomizado (quando se escolhe pacientes aleatoriamente para receber o tratamento e os compara com um grupo de controle que não os recebeu), o que é a forma cientificamente correta de se provar a eficácia de terapias.