O veneno desse escorpião é capaz de matar células de câncer de mama

[Editado por: Marcelo Negreiros]

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O veneno do escorpião Brotheas amazonicus, espécie comum na região amazônica, pode abrir caminho para um novo tratamento contra o câncer de mama, uma das principais causas de morte entre mulheres no mundo. A Agência Fapesp divulgou as informações.

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Um grupo da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da USP identificou uma molécula no veneno com efeito semelhante ao do quimioterápico paclitaxel, amplamente utilizado no combate à doença.

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Os primeiros testes sugerem que a molécula, batizada de BamazScplp1, induz a morte de células tumorais por necrose. Os dados foram apresentados durante a Fapesp Week França, realizada de 10 a 12 de junho, na cidade francesa de Toulouse.

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Nesse sentido, o trabalho integra um projeto maior desenvolvido no Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos da Unesp, em Botucatu. A equipe estuda a clonagem e a produção de proteínas bioativas extraídas de venenos.

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Além disso, o centro já registrou patentes, como o selante de fibrina, que combina proteínas do veneno de serpentes a crioprecipitado de sangue animal e está em fase final de testes clínicos.

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Os cientistas agora apostam na expressão heteróloga — técnica que produz proteínas em organismos como leveduras — para obter em maior escala moléculas com potencial terapêutico.

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Como resultado, o objetivo é melhorar o selante já existente e desenvolver novos biofármacos, incluindo o peptídeo do escorpião.

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Avanços no estudo do câncer combinam ciência e inteligência artificial

Além do estudo com o veneno, outra frente de pesquisa no Brasil explora terapias inovadoras para diferentes tipos de câncer. Em Campinas, o Centro de Inovação Teranóstica em Câncer, vinculado à Unicamp e apoiado pela Fapesp, trabalha em métodos que unem diagnóstico e tratamento.

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O grupo estuda o uso de radioisótopos acoplados a moléculas que se concentram em tumores. Essas moléculas permitem o diagnóstico por imagem e, em seguida, viabilizam o ataque às células doentes.

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Já em São Paulo, no Instituto de Ciências Biomédicas da USP, os pesquisadores investem no desenvolvimento de uma vacina antitumoral.

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A equipe cria células dendríticas a partir da fusão de células saudáveis com tumorais, estimulando o sistema imune a reagir contra o câncer. Os primeiros resultados, com pacientes de melanoma, rim e glioblastoma, trouxeram otimismo para a realização de um estudo clínico de fase 3.

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Na Europa, o Instituto Universitário do Câncer de Toulouse aposta em inteligência artificial para prever a evolução de tumores cerebrais.

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Um modelo desenvolvido em parceria com o setor aeroespacial analisa imagens de ressonância magnética e prevê com até 90% de precisão a sobrevida de pacientes com glioblastoma. A tecnologia pode reduzir a necessidade de biópsias invasivas.

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