Para quais times torcem os brasileiros que podem ser papa

Com o encerramento do período de luto pela morte do Papa Francisco, o Vaticano se prepara para a escolha de seu sucessor. O conclave começou nesta quarta-feira, 7, e reúne 133 cardeais com direito a voto.

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O Brasil será representado por sete deles. Além disso, Dom Raymundo Damasceno Assis (oitavo cardeal brasileiro em Roma) não pode votar por já ter ultrapassado os 80 anos, mas continua elegível.

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Este será o terceiro conclave do século XXI. O primeiro, em 2005, elegeu Bento XVI. O segundo, em 2013, o escolheu argentino Jorge Mario Bergoglio, que se tornaria Papa Francisco, primeiro latino-americano.

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Ao longo de seu pontificado, Bergoglio nunca escondeu sua torcida por um time específico: o San Lorenzo, da Argentina. A paixão pelo futebol era assumida, com direito a carteirinha de sócio ativo do clube.

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Para que time torcem os possíveis papas brasileiros

Assim, neste momento, com a iminência de uma nova eleição papal, uma pergunta circula entre fiéis e curiosos: e se o próximo papa for brasileiro, para quem ele torceria?

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Segundo o ge, todos os cardeais brasileiros com presença no conclave têm, ou já tiveram, um time do coração. Em alguns casos, a preferência vem desde a infância; em outros, a ligação com o futebol diminuiu com o tempo, mas deixou registros.

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O gaúcho Dom Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre e atual presidente da CNBB, é torcedor do Internacional. Inclusive, trata com tom poético a rivalidade regional: diz torcer por uma “cor quente”, evitando nomear diretamente o Grêmio.

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Dom Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo, é natural de Cerro Largo-RS, mas viveu muitos anos no Paraná. Por isso, se declara simpatizante de dois clubes: Athletico Paranaense e Santos.

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O Santos também aparece como clube de estimação de Dom Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, nascido em São José do Rio Pardo, no interior paulista. Ele é um dos quatro cardeais brasileiros que torcem por clubes do estado natal.

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O Palmeiras, por sua vez, tem dois representantes no colégio cardinalício. Dom João Braz de Aviz, arcebispo emérito de Brasília, era torcedor do Verdão, mas diz se manter mais distante do futebol atualmente, enquanto Dom Sergio da Rocha, da Arquidiocese de Salvador, segue palmeirense declarado.

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Entre os cariocas, a divisão é clara: Dom Paulo Cezar Costa, atual arcebispo de Brasília, torce para o Vasco. Já Dom Raymundo Damasceno Assis, arcebispo emérito de Aparecida-SP, apoia o Botafogo.

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Por fim, um nome que ganha destaque na imprensa internacional entre os principais candidatos é Dom Leonardo Steiner, arcebispo de Manaus. Natural de Forquilhinha, em Santa Catarina, torce para o Criciúma e também pela Inter de Milão, finalista da Champions League.

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Os clubes de coração dos cardeais brasileiros:

  • Dom Jaime Spengler (Porto Alegre) – Internacional
  • Dom João Braz de Aviz (Brasília, emérito) – Palmeiras
  • Dom Leonardo Ulrich Steiner (Manaus) – Criciúma e Inter de Milão
  • Dom Odilo Scherer (São Paulo) – Athletico Paranaense e Santos
  • Dom Orani João Tempesta (Rio de Janeiro) – Santos
  • Dom Paulo Cezar Costa (Brasília) – Vasco
  • Dom Raymundo Damasceno Assis (Aparecida, emérito)* – Botafogo
  • Dom Sergio da Rocha (Salvador) – Palmeiras
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(*) Não tem direito a voto, mas pode ser eleito.

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[Por: Revista Placar]

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