“Parque de micróbios" pode estar na sua cama, revela especialista

A confortável cama onde dormimos todas as noites pode ser uma selva de microrganismos perigosos. Com base em diferentes pesquisas, especialistas recomendam que se lave a roupa de cama semanalmente, no máximo a cada duas semanas. Essa é a forma essencial de se livrar de doenças evitáveis.

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Em média, uma pessoa passa um terço de sua vida dormindo. Durante o sono, o indivíduo libera suor e células mortas da pele, que atraem ácaros e outros micróbios. Segundo a BBC, um ser humano libera 500 milhões dessas partículas por dia, um banquete para os pequenos seres.

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O biólogo Phillip Tierno explica que a cama se transforma em um “parque botânico” de bactérias, fungos e vírus com o passar do tempo. Esses organismos podem trazer problemas como eczema, alergias e asma. O pesquisador comenta que, mesmo uma pessoa que não sofre de alergia pode ficar doente devido à ação desses seres.

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Cama suja é perigo iminente 

Em 2013, a empresa Amerisleep divulgou em um comunicado que encontrou 465 mil bactérias por centímetro quadrado em uma fronha que não havia sido lavada por uma semana. O pano continha cerca de 17 mil vezes mais microrganismos do que a média dos assentos sanitários.

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Em 2006, uma equipe de pesquisadores coletou travesseiros de amigos que estavam em uso de 18 meses a 20 anos. Todos continham fungos, principalmente da espécie Aspergillus fumigatus.

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“Em termos de números, estamos falando em bilhões ou trilhões de partículas fúngicas em cada travesseiro”, comenta Denning, pesquisador do artigo.

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O grupo explica que o conjunto suor expelido pela cabeça mais fezes dos ácaros fornece alimento e umidade para os micróbios. A fronha também é aquecida todas as noites, criando um ambiente confortável para o desenvolvimento fúngico.

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Eles esclarecem que 99,9% dos indivíduos com sistemas imunológicos saudáveis são capazes de inalar os esporos de A. fumigatus sem problemas. Porém, em pessoas com baixa imunidade, ele pode causar infecções – muitas delas potencialmente mortais.

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“Se você tiver leucemia, se houver passado por um transplante de órgãos, ou tiver a infelicidade de ir para a UTI com covid ou influenza, você pode ter a chamada aspergilose invasiva, que ocorre quando o fungo simplesmente entra nos pulmões e se desenvolve, destruindo o tecido pulmonar”, explica Denning.

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Lavar a roupa de cama é a solução

Para evitar o problema, a principal recomendação dos especialistas é lavar a roupa de cama frequentemente. Manter uma rotina de higienização dos panos é mais importante ainda no verão, quando a quantidade de suor expelida aumenta.

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A professora e microbiologista Manal Mohammad recomenda que as roupas de cama sejam lavadas semanalmente em água quente, entre 40 e 60°C. As fronhas devem ser alternadas a cada poucos dias e a cama deve “tomar um ar” pela manhã com os lençóis puxados, evitando assim a criação de um ambiente confortável para bactérias e ácaros.

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Há situações que sugerem uma maior frequência nas lavagens. O dermatologista Alok Vij explica que a presença de animais de estimação, a quantidade de suor expelida, o consumo de alimentos sobre os panos ou o uso de maquiagens durante o sono são alguns dos fatores diversos que podem intensificar a sujeira na cama.

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Segundo o doutor, além de evitar fungos e garantir a saúde do indivíduo, lavar a roupa de cama traz vantagens para o conforto. “O processo de lavagem deixa o travesseiro mais fofo e distribui o enchimento do cobertor de forma mais uniforme. Isso ajuda a deixar seus travesseiros e cobertores o mais confortáveis possível por toda a vida útil”, concluiu o Dr Vij. As informações são do IFL Science.

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