PCC pode ter financiado assassinato de promotor paraguaio -

A facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) pode ter financiado o assassinato do promotor paraguaio Marcelo Pecci. A informação foi revelada pela Polícia Nacional da Colômbia na terça-feira 7. Ao todo, cinco pessoas envolvidas no crime estão presas e uma está foragida.

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Marcelo Pecci, conhecido por combater o crime organizado no Paraguai, foi morto a tiros na ilha de Baru, perto da cidade do Caribe de Cartagena, em 10 de maio, durante lua de mel com sua mulher.

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A investigação revelou que a facção brasileira estaria por trás do assassinato do promotor. “Houve uma negociação para um atentado contra o promotor com o PCC, para que esse assassinato fosse cometido no Paraguai”, afirmou o general Jorge Luis Vargas em entrevista coletiva.

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“Por uma questão de coordenação criminal entre eles, o homicídio não pôde ser executado no Paraguai e, o acordo, é que fosse realizado em qualquer lugar do mundo”, complementou.

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Os organizadores do assassinato supostamente pagaram US$ 500 mil pelo crime, disse o procurador-geral colombiano Francisco Barbosa Delgado. Ainda segundo ele, os assassinos seguiram os passos de Pecci, na Colômbia, pelas postagens do promotor nas redes sociais. “Eles disseram que por vezes se perderam, mas conseguiram se localizar graças às publicações nas redes sociais”, comentou.

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Segundo o ministro do Interior do Paraguai, Federeico González, todos os autores do crime são estrangeiros. “Estamos trabalhando para chegar aos autores morais, temos várias linhas de investigação, tanto na Colômbia, Paraguai e outros países, então acho que estamos nos aproximando também dentro da reserva que tenho que manter, estamos na direção certa”, disse ele nesta quarta-feira, 8, à mídia paraguaia.

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