A pesquisa foi feita utilizando lâmpadas de LED que irradiam luz ultravioleta. Hadas Mamane, chefe do Programa de Engenharia Ambiental da universidade e líder do estudo, afirmou que as vantagens da técnica seriam matar o vírus de forma barata, acessível, com pouco gasto de energia e sem mercúrio, substância presente em lâmpadas convencionais. “Nossa pesquisa tem implicações comerciais e sociais, dada a possibilidade de usar essas lâmpadas LED em todas as áreas de nossas vidas, com segurança e rapidez”, resumiu.
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