Cirilo JuniorDireto do Rio de Janeiro
Policiais Militares e manifestantes entraram em confronto na tarde deste domingo, na região do Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Um grupo de aproximadamente 3 mil pessoas protestavam contra a má administração pública no País, quando teve início um confronto no viaduto Oduvaldo Cozzi, que liga a estação São Cristóvão ao Estádio.
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Durante o confronto, o fotógrafo Luiz Roberto Lima, das agências Estado e O Globo, passou mal por conta de gás lacrimogêneo. O profissional foi socorrido por companheiros da imprensa e por um policial da Força Nacional, que atuava no local.
Durante a concentração do protesto, os manifestantes prometiam um ato pacífico, mas não abriam mão de chegar até a porta do estádio. A polícia reforçou o bloqueio na região da estação São Cristóvão, o que prejudicou a chegada de alguns torcedores que passavam pelo local.
Com a confusão, a estação, uma das principais para o desembarque de torcedores, chegou a ser fechada.
"O protesto é apartidário e foi convocado pela internet. Queremos um movimento pacífico", afirmou Adolfo Vieira Tavares, estudante de direito e um dos líderes do movimento. O grupo se dirigiu para a rua Gerenal Canabarro e reclamava pelo "direito de ir e vir".
A expectativa dos organizadores é que o protesto reúna de 6 a 7 mil pessoas. Os manifestantes carregam cartazes com diversas reivindicações, inclusive pedindo a redução do preço das passagens.
Palavras de ordem contra o governador Sergio Cabral e o prefeito Eduardo Paes foram gritadas pelo grupo. A letra da música Que País é Este, do Legião Urbana, também foi entoada pelo grupo.
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