Praça de Iemanjá é inaugurada após revitalização, em João Pessoa

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A praça de Iemanjá - orixá cultuada nas religiões do candomblé e da umbanda - localizada na orla do Cabo Branco, em João Pessoa, foi restaurada e a obra entregue nesta quarta-feira (3). Uma solenidade foi realizada no local para marcar a revitalização da obra.

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Na praça, também fica localizada a estátua de Iemanjá, que estava decapitada desde 2016 e foi revitalizada por um homem que fez uma promessa religiosa em 2024. Envolvendo a estátua está uma redoma de vidro.

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Com a reforma, a praça ganhou a criação de um largo, a inclusão de bancos, uma ciclofaixa e também a construção de estacionamento. O orçamento para a obra foi de R$ 662,7 mil.

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Coordenadora de Promoção da Igualdade Racial da Prefeitura de João Pessoa, Carla Uedler Moreira, ressaltou que a revitalização aconteceu após anos de tentativas entre as partes interessadas.

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“Hoje celebramos muito mais do que a inauguração de um espaço físico, mas anos de luta e resistência dos povos de terreiro. É um momento de reparação histórica, valorização da cultura afro-brasileira e o reconhecimento da fé dos povos de terreiro", disse

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O vice-presidente da Federação Paraibana de Traduções Afrodescendentes, Elialdo de Iemanjá, celebrou a revitalização e disse que o espaço é um símbolo de suma importância das religiões de matriz africana.

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“A festa de Iemanjá é o maior símbolo, mas a praça é o segundo maior símbolo. Creio que o povo de Santo se beneficiou, após anos de lutas, sofrimentos e dificuldades", afirmou.

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Histórico de vandalismo contra a estátua

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O projeto de revitalização da praça de Iemanjá começou a ser colocado em pauta por causa de um ato de vandalismo, que decapitou a estátua de Iemanjá em março de 2016. Em fevereiro de 2024, ela foi restaurada por dois artistas, a mando de um homem que estaria cumprindo uma promessa.

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A primeira vez que a estátua teve sua cabeça arrancada foi em abril de 2013, ocasião que as mãos da obra também foram decepadas. À época, o Patrimônio Artístico e Cultural de João Pessoa restaurou a imagem da divindade considerada pelas religiões de matriz africana rainha do mar, mas a estátua foi vandalizada novamente.

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Na época, adeptos das religiões de matrizes africanas denunciaram intolerância religiosa, prática considerada criminosa conforme a lei federal 9.459 de 1997. A pena prevista para o crime é a reclusão de um a três anos, além de multa.

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Uma denúncia quanto ao ato de vandalismo foi formalizada junto à polícia, à época, mas as investigações não conseguiram identificar nenhum suspeito.

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[Jornal da Paraiba]Jornal da Paraíba

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