[Editado por: Marcelo Negreiros]
O programa Muralha Paulista é um projeto do governo de São Paulo que visa a combater a criminalidade em tempo real. Atualmente, mais de 500 prefeituras aderiram ao sistema. A Secretaria de Segurança Pública do Estado comemorou o avanço da iniciativa. A meta agora é cadastrar todos os 645 municípios paulistas até o fim do ano.
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Segundo o tenente-coronel Rodrigo Garcia Vilardi, coordenador do Centro Integrado de Comando e Controle, a experiência do Smart Sampa, sistema de câmeras inteligentes da capital, foi fundamental para criar o modelo atual do Muralha Paulista.
“Integramos mais de 13 mil câmeras ao programa”, afirmou Vilardi, conforme noticiou a rádio Jovem Pan. “Começamos a receber dados e fizemos uma análise. O modelo foi desenvolvido aqui na capital paulista.”
O aplicativo do Muralha Paulista permite que policiais civis, militares e guardas civis façam consultas instantâneas. O sistema revela se uma pessoa está foragida, além de checar Imei de celulares, registros de armas e outros dados.
A ferramenta cruza informações com o Banco Nacional de Mandados de Prisão e utiliza reconhecimento facial. Cidades como Praia Grande e São Carlos já atingiram cobertura total do sistema.
Dados apresentados pelo coordenador mostram que, em 2022, cerca de 170 mil pessoas foram presas. Em 2024, o número saltou para 200 mil. A expectativa para este ano é ultrapassar o resultado anterior. Vilardi destacou a ideia de o governo do Estado “começar a implantar investimentos pontuais”.
Durante evento em São Paulo no começo desta semana, o secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, afirmou que o programa respeita a Lei Geral de Proteção de Dados. Ele também disse que a população deve escolher “barbárie ou civilidade”.
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