Receita fala em eliminar ‘distorções do mercado’ ao dar aval a decreto do IOF

[Editada por: Marcelo Negreiros]

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A Receita Federal elogiou o decreto do governo Lula para aumentar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e afirmou que a medida promoveria estabilidade econômica. O documento, que embasou o decreto do IOF, foi obtido pela Coluna do Estadão por meio da Lei de Acesso à Informação. A alta do imposto foi derrubada pelo Congresso, em uma derrota do governo, que recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF).

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“As medidas propostas geram fortalecimento dos instrumentos de política econômica, a eliminação de distorções no mercado e a promoção da estabilidade macroeconômica e financeira”, escreveu o coordenador-geral de Tributação do Fisco, Rodrigo Augusto Verly, em 21 de maio. No dia seguinte, o governo anunciou o aumento do tributo cobrado sobre empréstimo, câmbio e outras operações financeiras.

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A Receita fez um parecer de mérito sobre o caso, ou seja, analisou a proposta subjetivamente, para além das formalidades legais e técnicas. Em outro trecho, o Fisco afirmou que o decreto do IOF buscava combater “distorções relevantes” no mercado de câmbio.

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“Exemplo notório é a diferença de tratamento entre operações com cartões de crédito internacionais e outras soluções financeiras de pagamento no exterior, que cria incentivos artificiais e disfuncionais para determinados meios de pagamento”, continuou.

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Ainda segundo o documento, a proposta do Ministério da Fazenda tinha o objetivo de reduzir a elisão fiscal, manobras legais para evitar o pagamento de impostos.

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Congresso causou derrota fragorosa ao governo ao derrubar alta do IOF

Em menos de duas horas, Câmara e Senado derrubaram o decreto do governo que aumentava o IOF, no último dia 25. Na Câmara, foram 383 favoráveis e 98 contrários ao projeto que questionava a medida do Palácio do Planalto. O Executivo não tinha um decreto anulado pelo Legislativo desde o governo Collor, há três décadas.

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Na última terça-feira, 1º, o governo acionou o STF para reverter a decisão dos parlamentares. Enquanto aguarda uma decisão na via judicial, o Executivo tenta retomar o diálogo com o Congresso.

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Como mostrou a Coluna do Estadão nesta quarta-feira, 2, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou estar disposto a pacificar a relação com o governo, após ter se reunido com o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan.

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O chefe da pasta, Fernando Haddad, está na Argentina para uma reunião da Cúpula do Mercosul.

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“Quem saiu da mesa de negociação não foi o Executivo. Não fomos reconvocados para a mesa. Saímos da mesa achando que o encaminhamento estava ‘ok’, e não fomos reconvocados”, disse Haddad.

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[Por: Estadão Conteúdo]Source link

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