Repressão do Irã cresce ao estilo da Coreia do Norte

[Editado por: Marcelo Negreiros]

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Kasra Aarabi, diretor de pesquisa do Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (IRGC, sigla em inglês) na organização United Against Nuclear Iran (Unidos Contra o Irã Nuclear), disse que o regime iraniano está avançando rapidamente em direção ao que chamou de “modelo de isolamento e controle ao estilo da Coreia do Norte”.

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Aarabi é especialista em assuntos militares e de segurança iranianos e extremismo xiita. Ele já liderou o Programa Irã no Instituto Tony Blair para Mudança Global e atuou como consultor sobre o Irã para o ex-primeiro-ministro britânico, Tony Blair.

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“Estamos testemunhando uma espécie de isolamento doméstico que terá consequências graves para o povo iraniano”, disse Aarabi à TV Fox News, nesta sexta-feira, 4. “O regime sempre foi totalitário, mas o nível de repressão atual é sem precedentes. É diferente de tudo o que já vimos.”

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Uma fonte interna do Irã teria dito à Fox News que “a repressão se tornou aterrorizante”.

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Regime iraniano sitiou o país

Aarabi, que também mantém contato com fontes internas no Irã, disse que o país está sitiado por seus próprios governantes.

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Segundo o especialista, as autoridades iranianas param cidadãos aleatoriamente para realização de revistas e, muitas vezes, confiscam os celulares.

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“Se você tem conteúdo considerado pró-Israel ou que zomba do regime, você desaparece”, afirmou. “As pessoas agora deixam seus celulares em casa ou apagam tudo antes de sair.”

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Aarabi destacou que essas medidas remetem a táticas usadas pela Coreia do Norte, onde cidadãos desaparecem sem explicação e as informações são rigorosamente controladas.

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O especialista lembrou que o governo iraniano impôs um bloqueio total da internet para isolar a população, impedindo alertas de evacuação israelenses e disseminando propaganda que acusa Israel de ter ataques indiscriminados contra civis.

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“Era um objetivo perverso”, disse Aarabi. “Eles cortaram deliberadamente as comunicações para incutir medo e manipular a percepção pública. Durante quatro dias, nenhuma mensagem foi enviada. Nem mesmo os alertas de evacuação israelenses chegaram aos seus alvos.”

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