senador aciona MPF contra entidades poupadas pela AGU

[Editado por: Marcelo Negreiros]

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O senador Rogério Marinho (PL-RN) protocolou nesta terça-feira, 14, uma representação junto ao Ministério Público Federal (MPF) em que pede o bloqueio e quebra de sigilo de entidades poupadas pela ação protocolada pela Advocacia-Geral da União (AGU) na semana passada, por ocasião do escândalo no INSS.

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O documento, direcionado ao procurador-geral da República, solicita atuação complementar com base na Lei de Acesso à Informação, ao denunciar a omissão da AGU diante de irregularidades já identificadas por órgãos de controle.

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A Controladoria-Geral da União (CGU) identificou mais de 12 mil entidades conveniadas ao Regime Geral de Previdência Social que receberam repasses suspeitos, como associações vinculadas a servidores públicos, aposentados e pensionistas.

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Marinho argumenta que a AGU teria deixado de acionar judicialmente diversos desses grupos, muitos dos quais seriam administrados por “laranjas” e empresas de fachada, responsáveis por operacionalizar os descontos indevidos.

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A representação solicita ao MPF a adoção de medidas para investigar penalmente as entidades que escaparam da responsabilização por parte da AGU. Também requer o bloqueio de bens dos envolvidos e a apuração da eventual existência de uma “engenharia que permite o pagamento de propinas”.

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Ainda conforme o documento, a intenção é aprofundar os trabalhos do INSS, da Polícia Federal e da própria CGU, de modo a alcançar entidades associativas supostamente envolvidas no escândalo, mas que seguem sem qualquer processo judicial movido contra elas pela União.

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A AGU deixou de incluir, na ação que busca bloquear R$ 2,56 bilhões do esquema de descontos ilegais no INSS, pelo menos quatro entidades suspeitas de funcionar como fachadas ou de pagar propina a servidores. O governo anunciou a medida como parte do esforço para ressarcir os aposentados lesados, mas evitou atingir os principais beneficiários do esquema.

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Embora tenha destacado 12 entidades como parte do “núcleo da fraude do desconto irregular”, a AGU ignorou outras oito associações que, segundo a CGU, não possuem sequer um filiado que reconheça ter autorizado a adesão.

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Em nota, o órgão argumenta que usou como critério a Lei Anticorrupção. Segundo a justificativa, a escolha dos alvos prioriza entidades ligadas ao uso de laranjas ou ao pagamento de vantagens indevidas a servidores do INSS.

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Entre as entidades excluídas da ação está o Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical (Sindnapi), presidido por Frei Chico — irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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O sindicato está entre os que mais arrecadaram nos últimos anos com os descontos compulsórios aplicados aos aposentados. Além disso, ele é citado em documentos com indícios de irregularidade.

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“É um crime sistêmico, sustentado pelo aparelhamento e pela omissão do PT”, criticou Marinho, que classificou o episódio como “face perversa da república sindical petista”. “Saqueiam aposentados, blindam comparsas e desmoralizam o Estado.”

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