O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, definiu uma data para analisar a suspensão da cassação do deputado estadual Fernando Francischini (União Brasil-PR). O pedido foi feito pela relatora do caso, ministra Cármen Lúcia, que solicitou “urgência” em analisar o caso.
Na terça-feira 7, o plenário da Corte vai julgar um processo de Pedro Paulo Bazana (PSD-PR), suplente de Francischini. Nesta semana, o ministro Nunes Marques derrubou uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que condenou Francischini por supostas fake news contra as urnas eletrônicas.
Ao STF, a defesa de Bazana argumentou que a decisão de Nunes Marques “violou princípios constitucionais e a própria competência do Supremo”.
Em outubro do ano passado, o TSE cassou Francischini por seis votos a um. Durante uma live, o parlamentar levantou dúvidas sobre a segurança das urnas, que teriam sido violadas para impedir a eleição do presidente Jair Bolsonaro.
Ao suspender a decisão do TSE, Nunes Marques acatou a argumentação da defesa de Francischini. Segundo os advogados do parlamentar, a norma sobre punição de notícias falsas em redes sociais foi definida após as eleições de 2018. Portanto, não poderia retroagir para prejudicar o deputado Francischini.
Leia também: “A justiça no fundo do poço”, artigo de J.R. Guzzo publicado na Edição 114 da Revista Oeste
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