Suspensão de Jimmy Kimmel pela Disney mostra …

Por Dawn Chmielewski e Helen Coster e Aditya Soni

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LOS ANGELES, CALIFÓRNIA (Reuters) - A suspensão abrupta do apresentador de talk show Jimmy Kimmel pela ABC, sob pressão da Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos Estados Unidos, é a mais recente demonstração do poder que o presidente Donald Trump exerce para submeter a mídia, o entretenimento e as plataformas digitais à sua vontade, com uso de pressão política para silenciar críticas e punir instituições que considera tendenciosas.

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A medida, que veio após os comentários de Kimmel sobre o acusado de matar o ativista conservador Charlie Kirk, abalou os setores de mídia e entretenimento dos EUA e intensificou os temores sobre liberdade de expressão, já que o presidente da FCC nomeado por Trump, Brendan Carr, ameaçou revogar licenças de transmissão das estações que veiculam o que ele chamou de 'lixo'.

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As principais empresas de mídia e tecnologia agora são controladas por apoiadores de Trump ou líderes empresariais bilionários que se alinharam a Trump durante sua posse, doaram para seu fundo inaugural ou visitaram a Casa Branca com presentes.

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A Oracle, do bilionário Larry Ellison, doador do Partido Republicano, faz parte de um consórcio de investidores na trilha para assumir o controle das operações norte-americanas da plataforma de compartilhamento de vídeos TikTok.

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Empresas como a CBS, Meta, e as páginas editoriais do Washington Post e do Los Angeles Times fizeram mudanças editoriais ou operacionais após a reeleição de Trump de forma a estabelecer as bases para uma cobertura menos adversária do presidente.

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'Há uma inclinação contínua para a direita em grande parte da nossa grande mídia nos Estados Unidos neste momento', disse Victor Pickard, professor de política de mídia e economia política na Annenberg School of Communication da Universidade da Pensilvânia.

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A decisão de quarta-feira é a segunda vez, desde a reeleição de Trump, que a empresa controladora da ABC, Walt Disney, toma medidas em resposta a comentários feitos no ar. Em dezembro, a ABC News concordou em doar US$ 15 milhões à biblioteca presidencial de Trump para resolver uma ação judicial que Trump havia movido por causa de comentários que o âncora George Stephanopoulos fez envolvendo alegações de abuso sexual feitas contra Trump pela escritora E. Jean Carroll.

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'Todos eles estão apavorados', disse Steve Kroft, que foi correspondente de longa data do '60 Minutes', citando especificamente o noticiário noturno. 'O que mais me assusta nesse governo é essa mentalidade de retaliação, de ir atrás de seus inimigos. E acho que eles estão claramente indo atrás dos jornalistas. Esse é o topo da lista deles.'

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A Disney não quis comentar.

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'Jimmy Kimmel é livre para fazer as piadas ruins que quiser, mas uma empresa privada não tem obrigação de perder dinheiro produzindo um programa impopular', disse a porta-voz da Casa Branca, Abigail Jackson. 'O péssimo produto de Jimmy Kimmel não é um problema de liberdade de expressão; é um problema de talento.'

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A Reuters não pôde confirmar de forma independente a lucratividade do programa de Kimmel.

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A pressão sobre a mídia tradicional vem depois que os conservadores pressionaram com sucesso as plataformas digitais para reduzir a moderação de conteúdo que eles retrataram como tendencioso.

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Elon Musk adquiriu o Twitter em 2022, que havia banido Trump por 'incitação à violência' após o tumulto de 6 de janeiro de 2021 no Capitólio dos EUA, e prometeu restaurar a 'liberdade de expressão' na plataforma.

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Após renomear a rede de X, Musk eliminou sua equipe de Confiança e Segurança em favor de um sistema que permite que seus usuários verifiquem as publicações e restaurou contas de conservadores que anteriormente haviam violado as políticas do Twitter.

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O conteúdo da plataforma tornou-se mais direitista desde a aquisição, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Queensland.

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A Meta dissolveu seu programa de verificação de fatos de terceiros nos Estados Unidos, mudanças que afetaram o Facebook, o Instagram e o Threads.

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'Chegamos a um ponto em que há muitos erros e muita censura. É hora de voltarmos às nossas raízes em relação à liberdade de expressão', disse o presidente-executivo Mark Zuckerberg em janeiro.

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