Tarcísio diz que megaoperação foi importante e necessária e confirma oferta de efetivo ao Rio

[Editada por: Marcelo Negreiros]

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, (Republicanos), afirmou nesta quinta-feira, 30, que a reunião de governadores de direita em solidariedade ao governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), após a megaoperação contra o Comando Vermelho (CV) que deixou 121 mortos, foi uma oportunidade para manifestar apoio. Segundo Tarcísio, a ação foi “necessária” e conta com o entendimento e respaldo dos demais gestores estaduais.

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“Acho que é uma operação, primeiro, necessária. Você tem uma questão de domínio de território por facções criminosas, e isso configura perda de soberania”, disse o governador. “Foi uma oportunidade de manifestar apoio ao governador Cláudio Castro, dizer que nós entendemos o que foi feito e, obviamente, estamos apoiando.”

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Tarcísio afirmou que os governadores ofereceram apoio ao Rio no que fosse necessário, inclusive com envio de efetivo e equipamentos. Segundo ele, foi proposta a criação de um consórcio para tratar de forma conjunta a segurança pública e discutida a necessidade de rever a legislação.

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Estiveram no encontro os governadores Jorginho Mello (PL-SC) - que organizou a ida -, Romeu Zema (Novo-MG), Ronaldo Caiado (União-GO) e Eduardo Riedel (PP-MS), além da vice-governadora Celina Leão (PP-DF). Tarcísio participou remotamente. Foi anunciado que os líderes vão criar um consórcio integrado para combate ao crime organizado, que se chamará “Consórcio da Paz”.

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O chefe do Executivo paulista argumentou que a presença de barricadas e o controle exercido por facções criminosas sobre a população - determinando o que pode ser comprado, quando o comércio abre ou fecha e impondo regras à vida cotidiana - representam a perda da soberania do Estado sobre esses territórios. A fala é um contraponto ao discurso de soberania nacional adotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) diante do tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

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Tarcísio defendeu que facções e organizações criminosas sejam equiparadas a grupos terroristas, argumentando que ações como erguer barricadas, impor regras ao comércio, incendiar ônibus e impedir a abertura de estabelecimentos configuram “atos de terror” contra o Estado e os cidadãos, e portanto devem ser tipificadas como “terrorismo”.

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“A tônica da reunião de hoje foi justamente a cooperação”, continuou Tarcísio. “Tem uma grande oportunidade de promover uma virada no jogo no que diz respeito à segurança pública. Isso envolve cooperação.”

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As declarações foram dadas em entrevista a jornalistas após a participação do governador na abertura do evento Top 30 - Melhores Empresas do Brasil, promovido pela Veja Negócios em parceria com a Austin Rating. Em seu discurso, Tarcísio criticou o governo federal e afirmou que “não adianta gastar como se não houvesse amanhã.”

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[Por: Estadão Conteúdo]Source link

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