Ucrânia e Rússia aprovam troca de prisioneiros e corpos

[Editado por: Marcelo Negreiros]

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Depois de negociações realizadas nesta segunda-feira, 2, em Istambul, na Turquia, Rússia e Ucrânia decidiram promover a troca integral de prisioneiros de guerra jovens, com idade entre 18 e 25 anos, além dos gravemente feridos. Houve também um acordo para a devolução dos corpos de 6 mil soldados de cada país, conforme informou o principal negociador ucraniano.

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O entendimento surge em um cenário de intensificação do conflito, depois das maiores ofensivas aéreas mútuas desde o início da guerra. As ações da Ucrânia abateram ao menos 40 aeronaves russas em solo, além de 12 militares ucranianos mortos em um centro de treinamento.

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“Concordamos em trocar todos os prisioneiros de guerra gravemente feridos e gravemente doentes”, disse o ministro da Defesa da Ucrânia, Rustem Umerov. “A segunda categoria são os jovens soldados de 18 a 25 anos, em um formato de todos por todos. Também concordamos em devolver 6 mil corpos de soldados mortos por outros 6 mil.”

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No encontro, a delegação russa propôs um cessar-fogo parcial com duração de dois a três dias em setores específicos da linha de frente, segundo o negociador-chefe da Rússia, Vladimir Madinsky. Contudo, Kiev manteve a exigência de uma trégua total e sem restrições.

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“Fizemos uma proposta bastante geral”, disse Madinsky. “Um cessar-fogo concreto de dois a três dias em algumas áreas do front, para que os comandantes possam recolher os corpos de seus soldados.”

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Contudo, a Rússia manteve o pedido de anexação de 20% do território ucraniano entre os requisitos ao memorando de paz.

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Rússia e Ucrânia sofrem pressão internacional

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As conversas entre Moscou e Kiev ocorrem sob pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O fim do conflito foi uma das suas promessas de governo. O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, reforçou a disposição de sediar um encontro entre Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky, até com a participação de Trump, caso ambos aceitem.

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“Meu maior desejo para ambos os lados é reunir Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky em Istambul ou Ancara, e até mesmo trazer Trump para o lado deles, se eles aceitarem”, afirmou Erdogan.

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Trump, por sua vez, responsabilizou ambos os lados pelo impasse e ameaçou impor novas sanções à Rússia depois do ataque a Kiev. Na semana passada, ele criticou Putin nas redes sociais e o chamou de “absolutamente louco”.

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