Veja como políticos governistas e bolsonaristas reagiram às alegações da PGR na ação penal do golpe

[Editada por: Marcelo Negreiros]

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Após o pedido do procurador-geral da República, Paulo Gonet, pela condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de seus aliados por tentarem dar um golpe de Estado em 2022, governistas e bolsonaristas se manifestaram nas redes sociais sobre as alegações finais da PGR.

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Enquanto os aliados ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmam que prisão de ex-presidente é praticamente inevitável e destacam as tentativas, inclusive com pressão internacional do aliado, presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, os bolsonaristas tentam comparar outro caso analisado pela PGR, envolvendo o escândalo do INSS.

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A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou que o relatório de Gonet não deixa dúvidas sobre “responsabilidade total” de Bolsonaro e seus aliados sobre a trama golpista e, consequentemente, nos atentados de 8 de janeiro de 2023, em Brasília.

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“É o medo da condenação por seus crimes que explica a conspiração contra o Brasil que ele comanda hoje, articulando sanções do governo dos EUA para coagir o STF, à custa da economia e dos empregos em nosso País. Ele sabe que, no curso do devido processo legal, é praticamente inevitável sua condenação por cinco crimes contra a democracia e o estado de direito, conforme indicou a PGR”, disse a ministra.

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O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), também relacionou a tarifa anunciada por Trump com a ação penal contra Bolsonaro, chamando a taxação de “chantagem”.

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“Trump ameaça o Brasil com tarifas de 50% caso Bolsonaro não seja anistiado. Eduardo e Flávio articulam essa ofensiva no exterior. É uma tentativa de golpe continuado com apoio estrangeiro. Mas Bolsonaro será condenado e preso por seus crimes. Não haverá anistia. O Brasil é soberano!”, escreveu o deputado.

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O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, disse que o pedido da PGR pela condenação de Bolsonaro, que pode pegar mais de 43 anos de prisão, “explica a chantagem que estão fazendo com a economia brasileira”.

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A deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ) aproveitou para provocar o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), pivô da guerra tarifária declarada por Trump. A parlamentar publicou uma captura de tela do deputado, em que ele pergunta “a quem interessa isso tudo”, após listar os crimes pelos quais o pai responde. “Ao Brasil”, respondeu Talíria.

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Já os bolsonaristas mantém o discurso de que o ex-presidente está sendo perseguido pelo Poder Judiciário, e que todas as provas colhidas e apresentadas durante o processo se tratam de “narrativa”.

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Eduardo, que está nos Estados Unidos buscando sanções que ajudem reverter a possível condenação do pai, publicou uma captura de tela com manchete que diz que a PGR defende redução de pena para o delator Mauro Cid, em vez de manter o acordo de delação premiada.

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A Procuradoria defendeu que, embora a colaboração do militar tenha sido útil à investigação, a Polícia Federal elucidou de forma “espontânea” boa parte dos fatos narrados na denúncia. Além disso, Cid descumpriu os termos de seu acordo com a Justiça, omitindo fatos e informando terceiros sobre as diligências.

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“E mais uma vez a história se repete. Compactuar com o regime nunca deveria ser uma opção. Entendeu, Gonet?”, questionou o deputado federal.

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O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), vice-presidente na gestão de Bolsonaro, afirmou que a manifestação da PGR “já era esperada em um processo claramente político e com a única finalidade de tirar o ex-presidente do contexto político nacional”.

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Diferentemente da maioria dos aliados, Mourão criticou o tarifaço imposto por Trump, afirmando durante audiência da Comissão de Relações Exteriores do Senado sobre o tema nesta terça-feira, 15, que “não aceita que Trump venha meter o bedelho”.

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A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) relativizou a sugestão de condenação dos réus pela PGR por “organização criminosa”, sugerindo que os integrantes da Procuradoria devem “sair de seus confortáveis gabinetes” e andar nas ruas para “ver o que é uma organização criminosa torturando e decapitando mulheres”.

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“Dizer que um general idoso, que dedicou toda sua vida a servir a pátria, faz parte de uma das organizações criminosa”, escreveu a senadora, se referindo ou ao general Augusto Heleno, ou ao general Walter Braga Netto, ambos integrantes do “núcleo crucial” do golpe.

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O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou que País vive “democracia relativa”, comparando o tratamento dado pela PGR à ação penal contra Bolsonaro e os demais golpistas, e ao pedido de investigação contra Carlos Lupi, ex-ministro da Previdência por fraudes no INSS.

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Na decisão, publicada na última quarta-feira, 9, Gonet afirmou que a “simples menção” a autoridade com foro privilegiado não é suficiente para descolamento de competência da investigação para o Supremo.

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O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) também comparou os dois casos, chamando o processo penal contra Bolsonaro de “vingança”.

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“Enquanto o governo Lula afunda em corrupção e escândalos, a Justiça prefere se vingar do presidente Bolsonaro e de toda oposição. Podem escrever o roteiro que quiserem. No final, a verdade prevalecerá“, diz trecho da publicação.

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[Por: Estadão Conteúdo]Source link

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