Yanomamis desaparecidos foram encontrados longe da comunidade, diz líder indígena

Considi trabalha com a hipótese de eles tenha seguido a tradição de queimar a oca e deixar a sua residência após a morte de um dos membros

LEO RAMIREZ/AFP

Crianças indígenas da etnia yanomami agachados embaixo de uma oca
Condisi denuncia que uma menina yanomami de 12 anos foi estuprada e morte em seguida por garimpeiros

O presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami e Ye’kwana (Condisi-YY), Júnior Hekurari, informou à Polícia Federal (PF) na manhã desta sexta-feira, 6, que os membros da comunidade Aracaçá supostamente desaparecidos no fim de abril foram localizados. A informação foi revelada pela Folha de S. Paulo e confirmada à Jovem Pan por Hekurai. O desaparecimento foi denunciado pelo próprio Condisi na última semana de do mês passado. O caso ganhou repercussão após o conselho revelar que uma menina indígena de 12 anos foi estuprada e morta por garimpeiros na comunidade, localizada na região de Waikás, em Roraima. A entidade trabalha com a hipótese de membros da Aracaçá tenha seguido a tradição indígena de queimar a oca e deixar a sua residência após a morte da garota. Segundo o presidente da Condisi, os membros da Aracaçá foram localizados em um acampamento próximo ao local onde moravam. Ainda de acordo com Hekurari, os indígenas foram coagidos pelos garimpeiros, que também estão no acampamento, a não revelar o que aconteceu.

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