
Publicado no Instagram Boa Palavra, administrado pela família do novelista, o texto agradece, especialmente, artistas e amigos que deram depoimentos e tornaram a homenagem possível, mas destaca a falta de convite ao próprio homenageado. “Manoel Carlos não teve, em momento algum, conhecimento sobre este projeto durante toda sua gestação até sua exibição. Caso tivesse sido informado, certamente teria contribuído com sua presença, palavras, e histórias enriquecendo ainda mais esta homenagem”, diz a publicação, complementando que “mesmo em um momento mais reservado”, o autor adoraria rever antigos colegas de trabalho.
A publicação, também compartilhada por Julia Almeida, filha de Manoel Carlos, destaca ainda que “as palavras tocantes e os sentimentos expressos” no documentário dedicado ao autor “são testemunho do legado e do carisma” de Maneco, e “reforçam sua importância na indústria do entretenimento e da cultura brasileira.”
Aposentado das novelas desde 2014, Manoel Carlos vive uma velhice de maneira reservada no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro, que foi cenário de muitas de suas tramas. Na pandemia, o autor contou em entrevista a VEJA que escrevia como válvula de escape do isolamento, e que estava trabalhando em projetos como uma autobiografia. Famoso por suas ‘Helenas’, mulheres que protagonizavam suas tramas, e que marcaram a dramaturgia brasileira, Maneco é o cérebro por trás de novelas de sucesso, como Baila Comigo (1983), Por Amor (1997), Laços de Família (2000) e Mulheres Apaixonadas” (2003). Seu último trabalho foi Em Família.
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