A aula de superação de Céline Dion ao cantar nos Jogos Olímpicos

[Editado por: Marcelo Negreiros]

Aos 56 anos, a cantora canadense Céline Dion enfrenta uma doença raríssima, a Síndrome da Pessoa Rígida, que lhe causa dores lancinantes e a impede de cantar. Na noite desta sexta-feira, 26, a artista demonstrou para todo o mundo que é possível continuar cantando ao se apresentar no alto da Torre Eiffel, em Paris, na abertura dos Jogos Olímpicos. Céline interpretou uma versão arrebatadora de Hymne A L’Amour, clássico de Édith Piaf. Esta foi a primeira vez que ela se apresentou ao vivo após ter anunciado em 2022 que sofria da doença.

A luta de Céline conta a doença foi retratado no documentário Eu Sou: Céline Dion e mostra que para conseguir se apresentar, ela precisava tomar doses potencialmente fatais de Valium e aguentar as dores. No filme, ela conta que suas piores crises são desencadeadas quando ela sofre de fortes emoções, sejam boas ou ruins. Imagine, então, o quão emocionada ela deve ter ficado ao se apresentar na cerimônia e, claro, o quão arriscado deve ter sido para a sua saúde se submeter a emoção tão forte. O fato é que Céline entregou uma apresentação de gala com sua voz impecável, levando às lágrimas o público presente.

Em uma reportagem publicada pelo site TMZ, eles estimam que a cantora recebeu certa de 11,1 milhõs de reais para cantar na cerimônia. Antes de cantar na abertura, Céline passeou pelas ruas de Paris e causou comoção entre os fãs. Nos vídeos, ela apareceu bem disposta e sorridente. “Cada vez que volto a Paris, lembro que ainda há muita beleza e alegria para experimentar no mundo. Eu amo Paris e estou muito feliz por estar de volta!”, escreveu em suas redes sociais.

[Redação]

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