[Editado por: Marcelo Negreiros]
Ele [Lula] nos chamou e falou: ‘Cada governador do país pode escolher o que é prioritário para o seu estado, que nós vamos ajudar a construir. Saímos de uma eleição polarizada, precisamos virar essa página do Brasil e olhar para a frente’. Nós apresentamos sete projetos, ele acatou os sete, e só no ano passado veio mais de R$ 1 bilhão para o nosso estado para ajudar na infraestrutura.
Eduardo Riedel, governador do MS pelo PSDB
Riedel ressaltou a capacidade de Lula de governar com as diferenças e afirmou que o petista não colocou divergências políticas acima dos interesses do estado. “O presidente sempre foi um homem que respeita as diferenças, que em momento algum colocou oposição política acima da relação federativa da União com o Mato Grosso do Sul, e aqui no nosso estado não haverá nunca qualquer tipo de discussão que ponha a democracia em segundo plano”.
Lula tem tentado se reaproximar do agronegócio desde que voltou ao governo. O setor foi um dos que mais cresceram e com quem tinha das melhores relações durante o primeiro mandato. Rachados após o crescimento do bolsonarismo, ele tenta retomar esse prestígio.
No ano passado, lançou o maior Plano Safra da história, com liberação de até R$ 430 bilhões para 2023/2024. Ele também tem alçado o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, principal responsável por esta ponte, a um dos queridinhos do governo.
Fora Brasília, esta é a primeira visita oficial de Lula ao Centro-Oeste neste mandato. Ele não visitou a região durante a campanha —de novo, excluindo a capital federal—, nem fez eventos em nenhum dos três estados no ano passado.
[Redação]
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