Autonomia do BC deu mais credibilidade a política monetária, diz Lira

[Editado por: Marcelo Negreiros]

A Câmara dos Deputados tem impelido o país na direção que acreditamos ser correta, apoiando reformas econômicas e resistindo a toda tentativa de retrocesso. A autonomia do Banco Central, às vésperas do Copom, aumentou a credibilidade da nossa política monetária. O nosso arcabouço fiscal e a reforma tributária racionalizam a nossa política fiscal.
Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados

A independência do BC foi aprovada em fevereiro de 2021. A medida foi sancionada pelo então presidente Jair Bolsonaro e prevê que os mandatos do presidente e dos diretores do BC tem duração de quatro anos, mas não coincidem com os do presidente da República. Assim, os governos que tomam posse precisam conviver com autoridades do BC indicadas pela gestão anterior. O mandato de Campos Neto vai até dezembro deste ano.

Hoje, Lula declarou que Campos Neto tem lado político e prejudica o país. “Só temos uma coisa desajustada no Brasil nesse instante, é o comportamento do Banco Central”, disparou Lula. “Essa é uma coisa desajustada”, disse em entrevista a CBN.

Campos Neto sinalizou que gostaria que juros fossem mais baixos. A declaração foi feita em evento realizado no Guarujá (SP) em 8 de junho. Apesar da vontade, o presidente do BC afirma que juros estruturais são altos, o que dificulta a redução da taxa. Campos Neto disse que a taxa de juros neutra é alta, na casa de 4,5% ao ano.

[Redação]

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