Cláudio Castro adia depoimento na CPI do Crime Organizado por lombalgia aguda

CPI do Crime Organizado: Cláudio Castro falta a oitiva e alega lombalgia aguda

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, comunicou nesta semana que não poderá comparecer à oitiva agendada na CPI do Crime Organizado. Segundo a defesa do governador, o motivo da ausência seria uma **lombalgia aguda**, uma dor intensa na região lombar, que o impede de se deslocar e participar das atividades.

Esta não é a primeira vez que Cláudio Castro se ausenta das reuniões da Comissão Parlamentar de Inquérito. Anteriormente, a CPI havia tentado agendar três oitivas com o governador entre os meses de fevereiro e março. Em todas as ocasiões, Castro faltou, justificando sua ausência por **incompatibilidade de agenda**, conforme relatado pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Última semana da CPI e desdobramentos

A CPI do Crime Organizado encontra-se em sua **última semana de funcionamento**. Instalada em novembro do ano passado, a comissão teve seu prazo de atividades encerrado, sem prorrogação decidida pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. A expectativa é que, nos dias finais, a CPI apresente seus resultados e eventuais **indiciamentos de suspeitos**, conforme declarado por fontes ligadas à comissão, que acusam o Supremo Tribunal Federal (STF) de **atrapalhar as investigações**.

Paralelamente, o senador André Mendonça negou o compartilhamento de dados sobre a morte de um indivíduo identificado como ‘Sicário’ com a referida CPI, adicionando mais uma camada de complexidade às investigações em curso.

Contexto político e outras notícias relevantes

A CPI do Crime Organizado tem sido palco de intensos debates políticos, com a oposição buscando unificar candidaturas para o Tribunal de Contas da União (TCU) e pressionando por votos em candidatos de esquerda. Em outro cenário, a queda de veto do PL da Dosimetria tem gerado preocupação, pois beneficia presos por crimes graves como tráfico, estupro e feminicídio, segundo um estudo recente.

O cenário político brasileiro também tem sido marcado por discussões sobre a permanência da extrema direita no poder e a situação de agentes públicos em investigações internacionais, como a prisão de Ramagem nos Estados Unidos, que levanta questões sobre deportação, extradição ou asilo.


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