Conhecido como ‘Paraguai’, homem chefiava grupo que trazia drogas da Bolívia e Paraguai para o Brasil, e as exportava para a Itália e Portugal.
Há divergências entre a soma das condenações dele. A Polícia Rodoviária Federal (PRF), responsável pela prisão, disse que o Ministério da Justiça relatou 249 anos de condenação. Já a PF disse que existem controvérsias, mas há certeza de que as sentenças totalizam entre 230 e 236 anos.
Segundo a PF, o homem conhecido como “Paraguai”, chefiava um grupo criminoso formado por membros de uma facção criminosa paulista e empresários dos estados do Ceará e Rio Grande do Norte.
O grupo trazia drogas da Bolívia e do Paraguai para o Brasil, e as exportava em garrafas de cachaça para a Itália e Portugal.
A organização criminosa contava, ainda, com núcleos voltados especificamente para o tráfico internacional de drogas, contrabando de armas, desvio de insumos químicos e lavagem de dinheiro.
A Polícia Federal estima que, pelo menos, R$ 20 milhões tenham sido “lavados” por 32 empresas registradas no Ceará no período investigado na operação, que prendeu os integrantes do grupo.
Com informações G1
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