Programa comandado por Augusto Nunes vai ao ar a partir das 21h30 pelo canal Jovem Pan News, no YouTube, e pelo Panflix

DANIEL MUNOZ/AFP – 20/06/2022A estátua do herói da independência colombiana Simon Bolívar, localizada na Praça Bolívar em Bogotá, ostenta uma camiseta do Pacto Histórico e a bandeira colombiana
Após vitória de Gustavo Petro, estátua de Simon Bolívar em Bogotá foi enfeitada com uma camiseta do Pacto Histórico e a bandeira colombiana

O programa Direto ao Ponto, da Jovem Pan, fará nesta segunda-feira, 8, o debate “O Pêndulo da América Latina”, sobre os rumos políticos da região e a recente ascensão da esquerda. Argentina (Alberto Fernández), Bolívia (Luis Arce), Chile (Gabriel Boric), Guiana (Irfaan Ali), Peru (Pedro Castillo), Suriname (Chan Santohki) e Venezuela (Nicolás Maduro) têm presidentes progressistas ou socialistas, em uma nova onda rosa sul-americana. Na Colômbia, o ex-guerrilheiro Gustavo Petro tomará posse neste domingo, 7. Esta guinada à esquerda começou com o México, que elegeu em 2018 o esquerdista José Manuel López Obrador. Na América Central, Cuba e Nicarágua, dominadas há tempos por ditaduras comunistas, têm agora aliados em Honduras (Xiomara Castro) e Panamá (Laurentino Cortizo Cohen). Por outro lado, os protestos no Peru e no Panamá, a crise inflacionária da Argentina e as denúncias de violação dos direitos humanos na Venezuela evidenciam os problemas latino-americanos.

O programa começará às 21h30 e terá apresentação de Augusto Nunes. Participarão da bancada María Teresa Belandria, embaixadora da Venezuela no Brasil, Gustavo Segré, jornalista e analista político, Carlo Cauti, jornalista e professor de relações internacionais no IBMEC , e Chiara Barchiesi, a deputada do Partido Republicano do Chile. Esta não será a primeira vez que o Direto ao Ponto não terá um convidado central. A atração já promoveu reflexões sobre direitos das mulheres, o papel do Judiciário e a guerra da Ucrânia. Na última segunda-feira, foi ao ar a entrevista com Alberto Sachsida, ministro de Minas e Energia, que defendeu a privatização da Petrobras.





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